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O fosso de salários na Europa é de mil euros: veja quanto se ganha em cada país

Este artigo tem mais de 5 anos

O fosso salarial entre os Estados-membro da União Europeia ultrapassa, no caso da Roménia, os 1000 euros. Quando comparados à Alemanha, poucos países pagam mais pelo mesmo trabalho.

A desigualdade de género também entra em jogo
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A desigualdade de género também entra em jogo

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

A desigualdade de género também entra em jogo

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Enquanto que um trabalhador português recebe, em média, 560 euros por mês, um trabalhador na Alemanha com o mesmo grau de formação e tarefas recebe cerca de 1500 euros. Os dados são da European Trade Union e dizem respeito ao fosso salarial entre os estados membro da União Europeia, particularmente na diferença salarial entre a Europa de leste e os países da Europa central e oeste.

As diferenças salariais dos vários países, quando comparadas com a Alemanha, são menos acentuadas se olharmos para países vizinhos como a França e a Holanda e mais notórias nos países periféricos como Portugal ou (no caso mais extremo) a Roménia.

A tendência europeia era de convergência e dissolução de fossos salariais. Mas a entrada de países a leste e a crise económica atrasaram o processo. O estudo da organização que reúne sindicatos de todos os países revela que o fosso salarial é enorme quando comparado com a média alemã – que nem sequer é a mais alta da comunidade europeia (essa posição pertence ao Luxemburgo).

Os valores apresentados são ajustados de forma a serem devidamente comparáveis. Os números dizem respeito ao poder de compra de cada território, tendo em conta que nem todos os bens têm um preço semelhante em diferentes países. Uma lata de feijão não custa o mesmo em Portugal que custa na Roménia, por exemplo.

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Da mesma forma, os valores foram ajustados com base nas estruturas económicas de cada país e grau de formação e trabalho qualificado em cada Estado: na Alemanha o trabalho qualificado pode render um aumento de salário que em Portugal não rende.

Curiosamente, com essas alterações (que deveriam abater as diferenças no poder de compra), o fosso salarial aumenta.

Da mesma forma, o estudo não descarta a desigualdade de género no que aos salários diz respeito. As diferenças na remuneração são atenuadas no geral das trabalhadoras europeias. A nota a que o El País teve acesso explica isso mesmo, “em boa medida porque a prevalência de trabalhos de baixo salário e a tempo parcial são atribuídos a mulheres em países do noroeste, particularmente na Alemanha”.

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