Lukas Hradecky, finlandês nascido na Eslováquia de 27 anos do Eintracht Frankfurt.

Ciprian Tatarusanu, romeno de 31 anos do Nantes.

Jasper Cillessen, holandês de 28 anos do Barcelona.

Tim Krul, holandês de 29 anos do Brighton & Hove Albion.

Tomás Vaclik, checo de 28 anos do Basileia.

E ainda podíamos falar de Joel Pereira, André Moreira, Rafael, Makaridze, Consigli, Miguel Silva, entre outros. Todos foram falados no Verão mas chegou apenas Svilar, um jovem guarda-redes belga ex-Anderlecht que assinou no dia em que fez 18 anos.

Nomes de guarda-redes e Benfica na mesma frase é uma moda desde a saída de Ederson para o Manchester City e parece ainda não ter parado: Odisseas Vlachodimos, gigante alemão de 23 anos que está desde 2016 no Panathinaikos depois de onze anos no Estugarda, pode chegar à Luz já em janeiro. E já se fala em valores (dois milhões de euros e percentagem de uma futura venda) e em salários (400 mil euros líquidos por temporada). Mas ainda há uma pergunta por responder: a confirmar-se a contratação, qual é o sentido da mesma?

Os responsáveis encarnados quase admitem sem admitir que existe um problema/carência de 7,32×2,44 metros, a dimensão de uma baliza num campo de futebol. E a troca de Bruno Varela por Júlio César em jogos a contar para a Primeira Liga acabou por evidenciar isso mesmo: o erro crasso do internacional Sub-21 português no Bessa acabou por ter um peso tão grande que saiu das opções por troca com o veterano brasileiro.

A alteração acabou por coincidir com o encontro em que o Benfica voltou a fechar a baliza passado um mês (além de ter quebrado um ciclo de três partidas sem ganhar) e que menos dificuldades enfrentou em termos defensivos, tão escasso foi o perigo que o P. Ferreira conseguiu criar ao longo dos 90 minutos.

Resta agora saber como será feita a gestão da baliza nos próximos tempos. E se haverá ou não necessidade de voltar a mexer no número 1 titular pelo menos até janeiro, altura em que deve chegar mais um guarda-redes. Porque se é verdade que passaram pela Luz dois dos melhores guardiões da atualidade (Oblak e Ederson, que renderam também muitos milhões ao clube), também é verdade que as suas substituições não foram nem estão a ser fáceis.