Pelo menos 2.800 civis foram mortos em bombardeamentos da coligação internacional desde o início do combate contra o grupo extremista Estado Islâmico (EI) na Síria, desde o início da campanha, há três anos, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

A organização não governamental adiantou que entre as vítimas do conflito estão 2.617 civis, entre eles 615 menores e 443 mulheres, que morreram nas províncias de Alepo (noroeste), Raqa, al Hasaka e Deir al Zur (todas no nordeste do país).

Entre os mortos estão também 154 familiares de membros do EI, entre os quais 68 menores e 57 mulheres.

O observatório acrescentou que, pelo menos, 7.163 combatentes do autoproclamado Estado Islâmico foram abatidos, a maioria de nacionalidade não síria, enquanto 141 membros da Frente da Libertação do Levante (antiga filial da Al Qaida na Síria) morreram em ataques das forças apoiados pelos Estados Unidos.

Por outro lado, as Forças da Síria Democrática (FSD), aliança liderada por milícias curdas, controlam 44.500 quilómetros quadrados do território sírio, o que representa 24% da superfície total do país.