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Mark Zuckerberg responde às acusações de Trump

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O fundador do Facebook respondeu esta quinta-feira às declarações do Presidente dos Estados Unidos da América, que acusou a rede social de sempre ter sido "Anti-Trump".

KIMIHIRO HOSHINO/AFP/Getty Images

Mark Zuckerberg, fundador e presidente-executivo do Facebook, respondeu diretamente às acusações do presidente norte-americano, Donald Trump, de que a rede social fundada em 2004 “foi sempre anti-Trump”. Através de uma publicação na sua página pessoal, Zuckerberg afirmou que “todos os dias trabalha para aproximar as pessoas e construir uma comunidade para todos”, acrescentando que deseja criar uma plataforma para “todas as ideias”.

Trump diz que o Facebook está contra ele. Liberais dizem que ajudámos Trump. Ambos os lados estão chateados com ideias e conteúdo de que não gostam. É com isto que gerir uma plataforma para todas as ideias se parece”, afirmou Zuckerberg na resposta publicada na noite de quarta-feira.

As declarações de Donald Trump surgiram também na quarta-feira e não se dirigiram apenas ao Facebook. O presidente norte-americano acusou ainda outros meios de comunicação, como o New York Times e o Washington Post, de sempre terem sido anti-Trump e de serem as responsáveis pelas “fake news”, tema que Zuckerberg também abordou na mesma publicação.

O fundador do Facebook disse estar arrependido de, numa conferência após as eleições, ter afirmado que “a ideia de que desinformação no Facebook mudou o desfecho da eleição era louca”, dizendo mesmo que era um assunto demasiado importante “para se desdenhar”. Contudo, Zuckerberg referiu que “os dados que têm sempre mostraram” que o maior impacto da rede, o qual considera ser “dar voz às pessoas”, “permitir aos candidatos comunicar diretamente” e “ajudar milhões de votantes”, teve um “papel bastante maior” nas eleições vencidas por Donald Trump. Mais: Zuckerberg afirma que foi o Facebook que levou a que “2 milhões de pessoas se registassem para votar”.

Zuckerberg terminou a sua resposta ao presidente norte-americano que a rede social fará a sua parte para “defender contra estados-nação que tentam espalhar desinformação e subverter eleições” e que continuará a trabalhar para “assegurar a integridade de eleições livres e justas por todo o mundo”. No entanto, de acordo com a VICE News, existem numerosos anúncios políticos e promoções pagas que podem estar a violar leis eleitorais norte-americanas mas se propagam pela rede devido à falta de regulamentação do Facebook.

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