Os Estados Unidos anunciaram esta terça-feira a expulsão de 15 diplomatas cubanos destacados em Washington, após a retirada de mais de metade do pessoal da embaixada norte-americana em Havana em reação a alegados ataques que afetaram funcionários daquela representação diplomática.

Num comunicado divulgado esta terça-feira, o Departamento de Estado norte-americano fala em “expulsão” dos diplomatas cubanos, mas sem declarar estes funcionários como ‘persona non grata’, designação que os podia impedir de regressar ao respetivo posto em Washington.

“Mantemos as nossas relações diplomáticas com Havana”, mas as “expulsões” foram decididas “devido à incapacidade de Cuba de tomar medidas adequadas para proteger os nossos diplomatas”, afirmou o secretário de Estado, Rex Tillerson, citado no comunicado.