Sabia-se que LeBron James era o maior nos dribles, lançamentos em suspensão e nos ‘afundanços’. Agora que gostava igualmente de se deslocar sozinho no seu automóvel, sem se preocupar com o volante e muito menos com os pedais, é que constituiu uma novidade.

Aproveitando esta faceta desconhecida do atleta americano, a Intel desafiou – vulgo, pagou (e bem) – o jogador dos Cleveland Cavaliers para participar nuns vídeos, que visam promover o programa de condução autónoma da marca de Silicon Valley.

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Durante o vídeo promocional é possível ver LeBron James sentado confortavelmente no banco de trás de um automóvel equipado com um sistema de condução autónoma. Ele que é um atleta fantástico, possuidor de uma coordenação olhos/mãos difícil de igualar, sendo capaz de encestar a distâncias incríveis, ficou estupefacto ao saber que os radares que gerem a condução autónoma “vêem” 80 vezes melhor do que o ser humano, ou seja, LeBron James.

Segundo a vice-presidente da Intel para a automatização automóvel, Kathy Winter, “é uma pena o medo que alguns sectores da população revelam dos automóveis que se conduzem sozinhos, sendo que a maioria dos acidentes se deve a erro humano, que nós retiramos da equação ao colocar os computadores, câmaras e radares em controlo de todas as operações”.

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A Intel é um dos líderes no desenvolvimento da condução autónoma, tendo adquirido recentemente a empresa israelita Mobileye, por cerca de 15,3 mil milhões de dólares. Foi esta aquisição, da empresa especializada nos LIDAR (sem os quais nunca haverá condução sem condutor em meio urbano), que permitiu à Intel entrar no mundo da condução autónoma.

A Intel, de momento, está já a colaborar com a Fiat Chrysler Automobiles e a BMW, mas prevê vender em breve o seu sistema a muitos outros fabricantes. Com o primeiro carro autónomo a estar previsto ser comercializado em 2021.