Arte

Museu de Arte Popular acolhe exposição de Escher a partir de 24 de novembro

111

A partir de 24 de novembro, o Museu de Arte Popular recebe 200 obras do artista holandês M. C. Escher. A exposição tem curadoria da produtora Arthemisia.

Escher ficou conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Autor
  • Agência Lusa
Mais sobre

O Museu de Arte Popular, em Lisboa, acolhe a partir de 24 de novembro uma exposição dedicada ao trabalho de M. C. Escher, que reúne 200 obras do artista holandês e inclui equipamentos didáticos, foi anunciado esta quinta-feira.

Em comunicado, a organização de “Escher” adianta que às “200 obras do génio artístico” juntam-se “equipamentos didáticos, visitas guiadas para diferentes públicos/faixas etárias e laboratórios científicos”, tornando a exposição “numa aprendizagem e experiência sensorial únicas”.

“Os visitantes terão ao seu alcance a oportunidade de estimular a imaginação geométrica, a intuição e a capacidade de ‘ver’. O confronto com as obras de Escher proporcionará ainda a reflexão sobre o sentido estético, a fantasia e princípios como os de ordem e estrutura”, lê-se na nota.

A mostra, com curadoria da produtora de exposições de arte Arthemisia, estará patente até 27 de maio do próximo ano.

Maurits Cornelis Escher (1898-1972), que também ilustrou livros e desenhou tapeçarias, selos, postais e murais, ficou mais conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons.

A sua obra tende a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e metamorfoses – padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes.

O artista frequentou a Escola de Belas Artes de Haarlem, onde iniciou Arquitetura e, mais tarde, Artes Decorativas, mas acabou por deixar a instituição e juntou-se ao professor de artes gráficas Samuel Jessurun de Mesquita (de origem portuguesa), que o iniciou nas técnicas da gravura, dedicando-se ao desenho, à litografia e à xilogravura.

O universo artístico e matemático das obras M. C. Escher foi exibido pela primeira vez em Portugal em 2010 em Évora, numa exposição que reuniu 50 trabalhos, entre litografias e xilogravuras. A mostra, intitulada “A Magia de M. C. Escher” foi promovida pela Fundação Eugénio de Almeida.

Um ano depois, em 2011, inaugurou no Taguspark, em Oeiras, “A Matemática de Escher”, onde foi possível ver como o artista holandês trabalhou conceitos como a tira de Moebius, a geometria hiperbólica e as simetrias ou as pavimentações. Além das gravuras do pintor holandês, a exposição apresentava uma explicação dos conteúdos matemáticos desenhados, elaborada pela Sociedade Portuguesa de Matemática.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Inteligência Artificial

A Sinfonia Inacabada

Carlos Lemos

Dificilmente a Inteligência Artificial daria ao mundo os acordes da "Eroica" ou as cores de Van Gogh – a criatividade humana dificilmente será ultrapassada por um iShakespeare ou um #rembrandt.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)