Violência

Urban Beach. Procuradora-geral diz que não pode haver complacência e promete investigação rápida

292

Joana Marques Vidal diz que "não pode haver qualquer tipo de complacência" para a violência cometida na discoteca Urban Beach, em Lisboa, e em Coimbra. E promete investigações rápidas.

"São casos preocupantes porque o grau de violência é elevado", diz Joana Marques Vidal

MIGUEL A. LOPES/LUSA

A procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, defendeu esta sexta-feira que “não pode haver qualquer tipo de complacência” para os atos de violência cometidos junto à discoteca Urban Beach, em Lisboa, e também em Coimbra — e prometeu investigações rápidas.

“São casos preocupantes porque o grau de violência é elevado. Temos de estar atentos, não só para uma investigação rápida, mas também para acionarmos todos o meios de prevenção deste tipo de crimes”, disse Joana Marques Vidal à margem de um seminário promovido pela Eurojust em Lisboa. A procuradora-geral da República sublinhou que para este tipo de violência “não pode existir qualquer tipo de complacência”.

O episódio das agressões em Lisboa, que ocorreu na madrugada de quarta-feira, tornou-se público depois de ter começado a circular nas redes sociais um vídeo onde é possível ver seguranças do clube noturno Urban Beach a agredirem violentamente dois homens, que aparentemente estavam indefesos e não demonstravam qualquer resistência.

Entretanto, o Ministério da Administração Interna ordenou o encerramento do espaço, alegando não só o episódio de quarta-feira mas também as 38 queixas sobre a Urban Beach apresentadas à PSP desde o início do ano.

Na quarta-feira, em Coimbra, um homem de 57 anos e dois jovens de 24 anos foram agredidos com violência na rua por outros dois. O Ministério Público já abriu um inquérito sobre as agressões, investigação que decorre em articulação com a PSP.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Casas

O verdadeiro problema das casas

Rui Ramos

O corrente pânico com o preço das casas expressa esta verdade, que a nossa oligarquia se esforça por esconder: o país passa por uma prosperidade que não é para todos. 

Proteção de Dados

Erre gê pê quê?

Catarina Dornelas Pinheiro

Faltam poucos dias para a entrada em vigor do Regulamento Geral da Proteção de Dados e talvez só as grandes empresas estejam preparadas - do lado dos Ministérios só se houve um silêncio ensurdecedor.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Detalhes da assinatura

Acesso ilimitado a todos os artigos do Observador, na Web e nas Apps, até três dispositivos.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Inicie a sessão

Ou registe-se

Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)