Os proprietários da discoteca Urban Beach, em Lisboa, avançaram com uma providência cautelar de suspensão de eficácia de ato administrativo contra o Ministério da Administração Interna (MAI), segundo o Expresso.

Esta quinta-feira, 9 de novembro, deu entrada no Tribunal Administrativo de Lisboa a ação do grupo K, donos da polémica discoteca lisboeta, que tem como objetivo contrariar a medida imposta pelo MAI que impôs o encerramento do espaço noturno durante uma prazo até seis meses.

Urban Beach. Os homens por trás do império do Grupo K

Esta decisão do MAI foi dada a conhecer na madrugada da passada sexta-feira, depois de ter sido divulgado um vídeo onde se viam três seguranças a agredirem dois homens à porta da discoteca.

Paulo Dâmaso, o proprietário do espaço de diversão noturna, (que já em 2006 tinha apresentado uma providência cautelar contra o MAI, depois da ASAE ter encerrado três estabelecimentos do grupo em Vilamoura) foi contactado plo semanário mas recusou comentar o sucedido.

Convém recordar que entretanto, as duas vítimas da agressão apresentaram uma queixa-crime ao Ministério Público, requisito obrigatório em casos de pedido de indemnização cível por parte das vítimas. Dois seguranças também foram indiciados pelo Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa por tentativa de homicídio qualificado na forma tentada. O terceiro elemento foi acusado de ofnsa à integridade física, saindo em liberdade mas com a proibição de contactar com as vítimas e os coargidos.