Conhecida como um dos fabricantes que mais tem apostado na chamada pilha de combustível – ou fuel cell – a hidrogénio, tendo mesmo lançado o primeiro veículo de produção em série equipado com este tipo de propulsão, o Mirai, a Toyota recusa-se a deixar para trás esta tecnologia. Desde logo, por acreditar que “num prazo máximo de sete anos, ou seja, em 2025, os veículos impulsionados a hidrogénio terão basicamente o mesmo preço dos veículos híbridos”, revelou o director de Desenvolvimento de Negócios da marca nipónica, Naomichi Hata.

Depois de ter apresentado, no último Salão de Tóquio, novos protótipos equipados com este tipo de propulsão, designadamente o familiar Fine-Comfort Ride e o autocarro Sora, a Toyota voltou a manifestar confiança que as tecnologias relacionadas com a produção a borde de electricidade por fuel cell chegarão a um ponto que poderão ser produzidas a preços mais competitivos, tornando-se igualmente mais eficientes. Algo que levará a que as vendas de eléctricos fuel cell aumentem também drasticamente, apesar da “ameaça” que continuam a representar os eléctricos a bateria, que contudo serão sempre mais pesados, devido à maior massa de acumuladores que alojam no seu interior.

“No início da próxima década, estaremos prontos para lançar a segunda geração da tecnologia da pilha de combustível a hidrogénio”, antecipa Naomichi Hata, garantindo que tal aportará um grande avanço. Permitindo, entre outros aspectos e segundo a mesma fonte, que as vendas do Mirai disparem das actuais 3.000 unidades para 10 vezes mais.

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