Hotelaria

Hotelaria cresceu em setembro impulsionada por não residentes

A hotelaria registou 2,2 milhões de hóspedes e 6,3 milhões de dormidas em setembro, correspondendo a crescimentos homólogos de 7,9% e 5,1%, contra 5,0% e 3,7% em agosto, respetivamente, segundo o INE.

GUILLAUME HORCAJUELO/EPA

A hotelaria registou 2,2 milhões de hóspedes e 6,3 milhões de dormidas em setembro, correspondendo a crescimentos homólogos de 7,9% e 5,1%, contra 5,0% e 3,7% em agosto, respetivamente, segundo o INE. De acordo com os dados sobre a atividade turística, produzidos pelo Instituto Nacional de Estatística, o grupo dos não residentes impulsionou a atividade na hotelaria em setembro.

Assim, as dormidas do mercado interno cresceram 1,4% (1,7% em agosto) para 1,6 milhões de dormidas, enquanto as dos mercados externos registaram um aumento de 6,5% (4,8% no mês anterior) para 4,6 milhões de dormidas. No acumulado dos primeiros nove meses do ano, o mercado interno registou 12,8 milhões de dormidas (uma subida de 3,4%), enquanto os mercados externos geraram 33,4 milhões de dormidas (mais 8,7%).

A estada média (2,82 noites) reduziu-se 2,6% e a taxa de ocupação-cama (63,5%) aumentou 0,9 pontos percentuais. Os proveitos totais aceleraram para um crescimento de 16% (12,4% em agosto) e atingiram 406,7 milhões de euros.

Os proveitos de aposento atingiram, por sua vez, os 303,1 milhões de euros e também evidenciaram aceleração, com uma subida de 18,6% em setembro (13,1% no mês anterior). Entre os principais mercados emissores, as dormidas de hóspedes britânicos (24,5% do total das dormidas de não residentes) pouco oscilaram em setembro (caíram 0,2%), mas no conjunto dos primeiros nove meses do ano este mercado cresceu 2,8%, sinaliza o INE.

O mercado alemão retomou a posição de segundo mais relevante (com uma quota de 13,8%), aumentando 4,2% em setembro e 7,7% entre janeiro e setembro.

O mercado francês (com uma quota de 9,6%) manteve a tendência decrescente dos últimos meses (-1,9% em setembro) e recuou 0,1% desde o início do ano.

O mercado espanhol (com uma quota de 8,2%), depois de dois meses em diminuição, voltou a crescer e registou aumentos de 4,5% em setembro e 1,4% nos primeiros nove meses do ano, mas ainda assim não suficientes para se manter como segundo maior mercado, indica o instituto.

Entre os principais países, o INE destaca os crescimentos apresentados em setembro pelos mercados norte-americano (29,9%), italiano (23,4%) e polaco (23,3%), sinalizando ainda que nos primeiros nove meses do ano, sobressaíram as evoluções nos mercados brasileiro (45%), norte-americano (31,4%) e polaco (25,7%).

Em termos regionais, observaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões, com destaque para o Centro (16,2%), Açores (12,7%) e Alentejo (11,6%).

As dormidas concentraram-se essencialmente no Algarve (com peso de 36,5%) e Área Metropolitana de Lisboa (22,1%).

Neste mês, destaca, houve um incremento total de 304,4 mil dormidas (face a igual mês do ano anterior), do qual 30,7% foi proveniente do Centro (93,5 mil dormidas adicionais), 17,9% da Área Metropolitana de Lisboa (acréscimo de 54,5 mil dormidas) e 16,1% do Algarve (49 mil dormidas acrescidas).

No período de janeiro a setembro todas as regiões apresentaram crescimentos, salientando-se as evoluções registadas nos Açores (17,1%) e Centro (13,5%).

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