O Presidente da República considerou esta sexta-feira que, genericamente, Portugal continua a poder ser visto e vivido como “uma sociedade segura”, escusando-se a comentar o caso concreto da mulher morta durante uma perseguição policial.

No final de uma visita de cerca de duas horas ao Bazar Diplomático, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado sobre o incidente de quarta-feira que culminou com a morte de uma mulher atingida por disparos efetuados pela PSP, durante uma perseguição policial em Lisboa.

“Eu não vou comentar casos concretos. O que eu quero dizer é que, em termos globais, podemos dizer que a sociedade portuguesa é uma sociedade segura”, afirmou, acrescentando que, tal como o Governo e as autoridades, tem acompanhado este acontecimento.

De acordo com o Presidente da República, é esta ideia de país seguro que “os turistas têm como imagem da sociedade portuguesa”.

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“Não quero comentar agora um, dois, três, quatro casos que haja ou não de segurança, nem no caso português, obviamente, nem noutros casos em que, como sabem, infelizmente isso tem acontecido. Mesmo em democracias muito avançadas e com uma grande história infelizmente os casos de problemas avulsos, concretos, específicos nesse domínio têm ocorrido”, comparou.

Marcelo Rebelo de Sousa insistiu que, genericamente, “a sociedade portuguesa continua a poder ser vista e vivida como uma sociedade segura”.