Venezuela

Detidos na Venezuela três elementos de grupo que traficava pessoas para a Ásia

A polícia militar venezuelana deteve, no Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, três elementos de um grupo que se preparava para traficar seis jovens para a Ásia.

CRISTIAN HERNANDEZ/EPA

Autor
  • Agência Lusa
Mais sobre

A polícia militar venezuelana deteve, no Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, (a norte de Caracas, o principal do país) três elementos de um grupo que se preparava para traficar seis jovens para a Ásia. Segundo a Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar), os cidadãos detidos, dois de nacionalidade chinesa e uma venezuelana, pretendiam fazer com que seis jovens venezuelanas entrassem num voo para Paris, França e fizessem depois uma ligação até à Ásia, “onde seriam submetidas a maus-tratos e violações dos direitos humanos”.

As detenções aconteceram em cooperação com o Escritório Contra a Criminalidade Organizada e o Financiamento do Terrorismo, organismo que também combate o branqueamento de capitais. Os detidos foram colocados à ordem do Ministério Público, estando a aguardar para serem apresentados perante um juiz.

O grupo vai ser acusado do delito de tráfico de pessoas, que, segundo a Lei Contra a Delinquência Organizada e Financiamento do Terrorismo da Venezuela, se dá através de “um contato com engano, abuso ou coação”, dentro ou fora do país e em que “o dinheiro para o transporte não é um fator importante, mas sim submeter a vítima a exploração, através de uma dívida económica”.

As vítimas deste delito são principalmente mulheres e crianças. A relação entre o traficante (‘tratante’, na gíria local) e a vítima é prolongada, dando-se geralmente a situação de exploração quando chega ao destino. Segundo os legisladores venezuelanos, o delito de “trata” (tráfico) de pessoas é muitas vezes confundido com o tráfico de imigrantes.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Eutanásia

Carta aos deputados do PSD sobre a eutanásia

Sofia Galvão

Os partidos não pediram um mandato aos eleitores em 2015 para alterar o statu quo no que diz respeito à eutanásia. Também por essa razão, os deputados do PSD têm a obrigação de votar contra.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Detalhes da assinatura

Acesso ilimitado a todos os artigos do Observador, na Web e nas Apps, até três dispositivos.

E tenha acesso a

  • Assinatura - Aceda aos dados da sua assinatura
  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Inicie a sessão

Ou registe-se

Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)