Ao todo estavam 582 chefs em competição — todos os que, no mundo, têm duas ou três estrelas Michelin (uma só não chega para tentar disputar o título). Foram os mesmos com direito de voto: cada um foi convidado, pela revista francesa Le Chef, que organizou a votação, a nomear, de forma anónima, cinco dos seus pares.

Michel Troisgros, 59 anos, proprietário da Maison Troigros, que tem três restaurantes em Ouches, Roanne e Iguerande, a noroeste de Lyon, foi considerado o melhor chef do mundo.

No pódio ficaram ainda o também francês Yannick Alleno, do Alleno Paris no Pavilhão Ledoyen, junto aos Campos Elísios, e o catalão Joan Roca, do El Celler de Can Roca, em Girona. Alain Passard, do L’Arpège, também na capital francesa, tinha sido o vencedor em 2016.

No top dos 100 melhores do mundo França destacou-se com nada menos do que 41 chefs eleitos — “o que prova o dinamismo da cozinha francesa”, disse a revista Le Chef, citada pela Bloomberg.

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Japão e Espanha, com 10 cada, seguiram-se na lista; Itália, com 9, e Estados Unidos, com 8, surgiram logo depois.