Cinema

Curta de animação “Água Mole” vence Grande Prémio do festival Caminhos

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A curta de animação sobre a desertificação do interior venceu o Grande Prémio do festival Caminhos. Filmes dos realizadores Leonardo Mouramateus e Marco Martins foram outros dos premiados.

JOSE COELHO/LUSA

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  • Agência Lusa
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A curta de animação sobre a desertificação do interior “Água Mole”, de Laura Gonçalves e Alexandra Ramires, venceu o Grande Prémio do festival Caminhos do Cinema Português, em Coimbra, divulgou este domingo a organização.

A curta de animação, com produção do Bando À Parte e Rodrigo Areias, foi feita com recurso a gravura e combina relatos reais e uma narrativa ficcionada em torno do abandono do interior do país, através daqueles que continuam a resistir.

“António 1, 2, 3”, do brasileiro a residir em Portugal Leonardo Mouramateus, venceu o prémio de Melhor Longa-metragem, arrecadando também o prémio do Júri de Imprensa, pela “arquitetura narrativa original” e pelo facto “de o filme não seguir um modelo ou referência óbvios”, informou a organização, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

O filme “Quem é Bárbara Virgínia”, de Luísa Sequeira, venceu o prémio de Melhor Documentário, “Última Chamada”, de Sara Barbas, o de Melhor Animação, e “Humores Artificiais”, de Gabriel Abrantes, o de Melhor Curta.

O realizador Marco Martins leva para casa o Prémio Don Quijote, da Federação Internacional de Cineclubes, pelo “modo artístico de mostrar o problema social europeu” no filme “São Jorge”.

O filme arrecadou também os prémios de melhor ator principal (Nuno Lopes) e secundário (José Raposo).

Segundo a organização, o Prémio Revelação do festival Caminhos é entregue a Mauro Soares “pela intensidade da personagem” a que deu vida no filme “António 1, 2, 3”.

André Simões e Leonor Noivo recebem o prémio de Melhor Argumento Original para o filme “Tudo o que Imagino”.

Já na seleção Ensaios (destinada a filmes produzidos em contexto escolar ou académico), o prémio principal foi para Tiago Amorim com “78.4 FM”, pela “forma “forma inteligente de contar uma história de amor e de perda, de sonho e de sucesso”.

Na secção internacional dos Ensaios, venceu Clara Stern, da Academia de Cinema de Viena, com “Waiting Time”, referiu a organização.

A 23.ª edição do festival Caminhos do Cinema Português decorreu entre segunda-feira e domingo, contando com a exibição de mais de 50 filmes na seleção principal, entre animação, curtas ficção, curtas documentário, longas ficcionais e documentário.

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