O suspeito de abrir fogo sobre um segurança de discoteca em Lisboa, na sexta-feira, entregou-se este sábado à polícia, adianta o “Correio da Manhã“. As autoridades tinham montado uma caça ao homem, já que o presumível autor do disparo que matou o segurança Nuno Cardoso estava identificado. Segundo o “Diário de Notícias”, trata-se de um jovem de 17 anos, que era frequentador do espaço.

A fonte que transmitiu a informação ao “Correio da Manhã” indicou que a polícia estava à procura de um homem entre os 25 e os 30 anos [na realidade, seria mais novo], magro, branco, com cerca de 1,70 metros de altura. Fez o primeiro disparo à entrada da discoteca, o segundo à queima-roupa – que matou Nuno Cardoso – e um terceiro para outra pessoa em fuga.

O Observador contactou fonte oficial da PJ, que não acrescentou mais informações para já.

O segurança, de 42 anos, foi baleado na cabeça, na passada sexta-feira por um cliente, tendo morrido neste sábado no Hospital de São José, em Lisboa, avança a Lusa. O incidente aconteceu por volta das 13h depois de um grupo ter tentado entrar no Barrio Latino. Fernando Pinto, um dos administradores do espaço, contou ao jornal Público que a discoteca estava prestes a fechar e que os seguranças, contratados através de uma empresa externa, não deixaram entrar os indivíduos dentro do espaço.

O atacante e o grupo que o acompanhava fugiram do local. A PSP foi chamada ao local mas a investigação, por se tratar de um caso de homicídio, passou para as mãos da Polícia Judiciária (PJ).

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