Moçambique

Presidente moçambicano diz que combate à corrupção é “urgente e crucial”

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, defendeu que a luta contra a corrupção "é urgente e crucial" em Moçambique, assinalando "progressos no âmbito legislativo".

ANTÓNIO SILVA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, defendeu que a luta contra a corrupção “é urgente e crucial” em Moçambique, assinalando “progressos no âmbito legislativo”.

“O nosso país decretou uma guerra sem trégua contra a corrupção. O combate à corrupção é urgente e crucial”, disse o chefe de Estado moçambicano. Para Nyusi, com aprovação de um regime específico no recente Código Penal, de 2015, sobre o combate a corrupção, tornou-se evidente compromisso de Moçambique para “mitigar esse fenómeno”.

Filipe Nyusi falava, em Maputo, durante a assinatura do memorando de entendimento sobre a segunda avaliação do Mecanismo Africano de Revisão de Pares (MARP). O chefe de Estado moçambicano destacou ainda progressos na área social, considerando o aumento da esperança de vida e o crescimento da taxa média de escolaridade como indicadores do resultado das ações do Governo.

“Moçambique continua a consolidar os seus processos democráticos e sociais”, concluiu Filipe Nyusi, apontando as últimas eleições gerais, ocorridas em 2014, como um exemplo.

O Fórum Nacional do MARP integra representantes de organizações da sociedade civil, socioprofissionais, juvenis, de deficientes, de mulheres, religiosas, setor privado e sindicatos.

O Mecanismo Africano de Revisão de Pares foi instituído pela União Africana (UA) para escrutinar os países que a ele se submetem voluntariamente nos capítulos da governação corporativa, desenvolvimento socioeconómico e questões transversais, como pobreza e desigualdades.

O instrumento analisa igualmente a ligação entre partidos, Governo e negócios. Os resultados da avaliação do MARP serão conhecidos no próximo ano.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Eutanásia

Carta aos deputados do PSD sobre a eutanásia

Sofia Galvão

Os partidos não pediram um mandato aos eleitores em 2015 para alterar o statu quo no que diz respeito à eutanásia. Também por essa razão, os deputados do PSD têm a obrigação de votar contra.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Detalhes da assinatura

Acesso ilimitado a todos os artigos do Observador, na Web e nas Apps, até três dispositivos.

E tenha acesso a

  • Assinatura - Aceda aos dados da sua assinatura
  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Inicie a sessão

Ou registe-se

Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)