Jerusalém

Jerusalém. Depois de Trump e da Guatemala, quem é que se segue?

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Depois dos EUA e da Guatemala, as Honduras podem ser o próximo país na lista. Governo israelita diz que está a negociar com dez países para que reconheçam Jerusalém como a capital de Israel.

Jimmy Morales e Benjamin Netanyahu em 2016

Quarenta anos depois de ter mudado a sua embaixada para Telavive, a Guatemala anunciou que vai reabrir a embaixada em Jerusalém e, desta forma, reconhecer a cidade como capital de Israel. A decisão surge três semanas depois de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ter anunciado exatamente a mesma coisa.

Benjamin Netanyahu, o presidente de Israel, elogiou a decisão e previu que “isto é só o princípio e é importante”. A vice-ministra de Assuntos Exteriores, por sua vez, disse mesmo à rádio israelita Kan que o país está a negociar “com outros dez Estados a mudança das suas embaixadas de Telavive para Jerusalém”.

O El País avança que o próximo país será, quase de certeza, as Honduras. Em conjunto com a Guatemala, o Togo e quatro micro-Estados do Pacífico, as Honduras foram um dos sete países que votaram a favor dos Estados Unidos e de Israel na assembleia-geral da ONU, na passada quinta-feira (128 países votaram contra, 35 abstiveram-se e 21 não exerceram o direito de voto).

O jornal israelita Yedioth Ahronoth inclui o Paraguai na mesma lista, ainda que fontes da diplomacia israelita garantam que “por agora” não existe qualquer outro país a ponderar a mudança da embaixada para Israel.

Ainda que tenha anunciado a mudança da embaixada, Jimmy Morales, o presidente guatemalteco, também fez saber que a transição só vai acontecer depois da dos Estados Unidos. O Departamento de Estado norte-americano acredita que o processo – que implica a construção de uma nova sede em Jerusalém – pode demorar mais de três anos.

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