Porto

Dispositivo de segurança para Passagem de Ano no Porto segue “padrões internacionais”

O presidente da Câmara do Porto indicou que a segurança na passagem de ano no Porto vai seguir os "padrões internacionais". Rui Moreira garante que o dispositivo está pronto para riscos imprevisíveis.

Fernando Veludo/LUSA

O dispositivo de segurança para a noite de Passagem de Ano no Porto cumpre “padrões internacionais”, estando preparado para “riscos imprevisíveis”, indicou esta sexta-feira o presidente da câmara numa sessão que juntou forças de segurança e responsáveis da proteção civil.

“Todos sabemos que hoje há riscos assimétricos. Acreditamos que fazemos o possível para fazer face a riscos mais imprevisíveis. Temos colaborado com o Governo e o Governo connosco e seguimos os padrões internacionais”, disse Rui Moreira quando questionado sobre medidas excecionais face a eventuais ameaças terroristas.

O autarca participava numa conferência de imprensa ao lado de responsáveis da PSP, bem como ligados à proteção, sessão na qual não foi revelado o número de efetivos que estará no terreno na noite de 31 de dezembro para 1 de janeiro, domingo para segunda-feira, mas foi frisada a convicção de que “o Porto está preparado” e de que “Portugal é um país seguro”.

“Os efetivos serão os necessários e adequados em função do histórico [de anos anteriores] e das análises e perspetivas atuais. Portugal é um país seguro e a cidade do Porto também”, disse o primeiro comandante da Polícia de Segurança Pública (PSP) do Porto, Ângelo Sousa.

O responsável enumerou algumas das medidas preparadas, somando ao chamado policiamento de proximidade com agentes fardados e carros patrulha, as brigadas de investigação criminal, inteligência policial e unidades especiais de polícia.

“Adotaremos medidas excecionais de segurança. Algumas serão visíveis e outras não tão visíveis. A cidade do Porto está preparada para uma noite de Passagem de Ano que se pretende tranquila”, disse Ângelo Sousa.

Nesta sessão também foram frisados os apelos para que as pessoas que decidam aceder à Baixa do Porto para assistir aos diferentes espetáculos e ao fogo-de-artifício o façam com recurso aos transportes públicos ou privilegiem o uso de parques periféricos.

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