França

Partido de Macron: acolhimento de refugiados “não pode continuar assim”

O chefe do partido do Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que a França "pode assumir o desafio de integrar refugiados sob a condição de reformar o seu sistema de acolhimento que "não pode continuar assim".

Christophe Castaner, presidente do partido A República em Marcha, pede uma "observação lúcida" sobre acolhimento de refugiados

ETIENNE LAURENT/EPA

O chefe do partido do Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que a França “pode assumir o desafio de integrar refugiados sob a condição de reformar o seu sistema de acolhimento que “não pode continuar assim”.

Face às críticas suscitadas pelo projeto de lei em preparação sobre a lei de asilo, Christophe Castaner, presidente do partido A República em Marcha (LREM, na sigla francesa), convida, num texto publicado no Journal du Dimanche, a uma “observação lúcida” sobre o sistema francês “de acolhimento e de integração”.

“Os pedidos de asilo aumentaram 80% desde 2010”, sublinhou o responsável do LREM, para quem as condições daqueles que fazem pedidos de asilo e de refugiados em França “não são dignas”. “Vamos mudar a realidade do direito de asilo”, tendo a “coragem de rever o procedimento para assegurar que seja verdadeiramente eficaz”, acrescentou.

A França terá nos próximos meses “um importante debate sobre o direito de asilo” que “terá sucesso em três condições”, prosseguiu. “Em primeiro lugar, permitirá reformar os procedimentos dos pedidos de asilo em profundidade, reforçando os recursos do escritório de proteção de refugiados e apátridas franceses, definindo o objetivo de tratar os dossiês em menos de dois meses”, disse Castaner.

O órgão também terá de organizar “missões” em países de trânsito” para “controlar melhor os fluxos”. O acolhimento daqueles “que estão destinados a se estabelecer permanentemente no país” pressupõe igualmente “distanciar sistematicamente aqueles que não obtiveram o direito de asilo”, argumentou. “A França pode assumir o desafio de integrar os refugiados. Esta é a convicção do Governo”, concluiu.

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