Rádio Observador

Vila Nova de Gaia

Hospital de Gaia com mais 40 camas devido ao período de contingência de gripe

Devido ao "acréscimo de mais 150 doentes" ao serviço de urgência do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E), foram criadas mais 40 camas neste período de contigência de gripe.

ESTELA SILVA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E) criou, no âmbito do Plano de Contingência cujo nível mais elevado foi ativado há cerca de três semanas, mais 40 camas de internamento, indicou esta terça-feira fonte hospitalar.

Em resposta escrita enviada à agência Lusa, o CHVNG/E apontou que foi sentido um “acréscimo de mais 150 doentes” ao serviço de urgência, o que representa “um aumento de 25 a 30% acima da média”, mas garantiu que “foram desenvolvidos esforços de forma a acomodar o excesso de procura”.

A sobrecarga de trabalho em doentes graves e muito graves que requerem internamento fez-se sentir no serviço de urgência. Com o apoio dos profissionais de todas as categorias, foram desenvolvidos esforços de forma a acomodar o excesso de procura, de forma a tratar dignamente todos os doentes”, aponta o CHVNG/E, enumerando algumas das medidas tomadas.

“Tal como previsto no Plano de Contingência, foram abertas mais 40 camas de internamento, assim como foram contratados mais 20 profissionais, de forma a garantir a capacidade de resposta no período de inverno”, refere a resposta enviada à Lusa.

O CHVNG/E explicou que o Plano de Contingência, elaborado com base a estatística dos últimos dois anos, “prevê um reforço das equipas de urgência (recursos humanos), reforço de materiais e equipamentos clínicos, fármacos, assim como o reforço da capacidade de internamento”.

“[Isto reflete-se] na abertura de mais camas, com manutenção dos rácios de assistentes operacionais e enfermagem preconizados”, descrevem os responsáveis. Também foi criada a área “Via Gripe” que tem como objetivo “a redução do contágio nas salas de espera do serviço de urgência”.

Quanto a tempos de espera, o CHVNG/E fala em oito a dez minutos para os utentes com pulseira “laranja”. Este número sobe para 37 minutos a uma hora para a prioridade “amarela” e para “o máximo de duas horas” para os “verdes”, enquanto os “azuis” podem aguardar entre 2h35 e quatro horas.

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