Presidente Trump

“Por que razão queremos pessoas de países de merda” em vez de noruegueses?, perguntou Trump. Mas já desmentiu

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Donald Trump recusou um acordo de imigração quando percebeu que incluía haitianos e africanos. O presidente questionou: "Por que razão queremos pessoas de países de merda?". Entretanto, já desmentiu.

Donald Trump recusou uma proposta de imigração esta quarta-feira.

Getty Images

Donald Trump recusou um acordo de imigração para pessoas vindas do Haiti e de países africanos, perguntando por que razão os EUA devem aceitar pessoas vindas de países como estes, ao invés de pessoas vindas de países como a Noruega, avançou o New York Times. O jornal norte-americano assegura ainda que Trump referiu-se ao Haiti e aos países africanos em calão: “países de merda”, terá dito o presidente norte-americano.

A reunião aconteceu esta quarta-feira, na Casa Branca, e os comentários do presidente norte-americano deixaram os membros do Congresso alarmados, já que a ideia era discutir um acordo que desse estatuto legal a crianças imigrantes, por exemplo.

Segundo fontes do Congresso presentes na reunião, citadas pelo jornal norte-americano, quando Trump percebeu que esta medida incluía haitianos questionou imediatamente os presentes: “Por que razão queremos pessoas do Haiti aqui?”.

Já o ano passado, Trump se queixou de receber haitianos, referindo-se aos cidadãos daquele país das Caraíbas em modos pouco corretos. Disse, na altura, que todos eles eram portadores de SIDA. Quanto aos nigerianos, pediu que voltassem para as suas “cabanas”.

Numa reação às informações do New York Times, um porta-voz da Casa Branca afirmou que “certos políticos de Washington optam por lutar por países estrangeiros, mas o presidente Trump luta sempre pelo povo americano”. O assessor Raj Sah acrescentou ainda que o presidente está apenas a lutar por soluções que contribuam para a sociedade e que façam “crescer a nossa economia”.

Entretanto, o presidente dos Estados Unidos já reagiu, através do Twitter. Donald Trump escreveu que “a linguagem usada foi dura, mas não foi esta a linguagem usada”.

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