A conclusão é da Agência de Protecção Ambiental (EPA, na sigla em inglês): a Mazda conta com a gama de modelos mais económica, em termos de consumo de combustível, a circular nos EUA. Feito que alcança pelo quinto ano consecutivo, e que é sinónimo, também, de emissões de CO2 mais reduzidas face à concorrência. Com a particularidade de ser alcançado sem recurso a motores diesel ou electrificados. Mas, já lá vamos.

De acordo com o relatório anual “Light Duty Fuel Economy Trends”, que incide sobre os veículos comercializados em 2016, as médias globais do mercado dos EUA foram de 24,7 milhas por galão (9,5 l/100km), em termos de consumo, e de 359 gramas por milha (223 g/km), no que respeita às emissões de CO2. Com a marca nipónica a registar, respectivamente, 29,6 mpg (7,9l/100 km) para o ciclo combinado, e 301 g/mi (187 g/km), números que colocam a Mazda na liderança entre todos os construtores analisados.

Trata-se do quinto ano em que o construtor de Hiroshima vê reconhecido o seu trabalho, no sentido de optimizar os processos de combustão interna, visando o melhor de dois mundos: por um lado, performance; por outro, economia de combustível em contexto real de utilização – o que, por tabela, significa menos emissões. O “segredo” para estes resultados dá pelo nome de tecnologia Skyactiv, e vai desde motores a transmissões, passando pelos chassis e carroçarias de baixo peso. No caso dos EUA, especificamente, com resultados obtidos sem sequer deitar mão a motores diesel ou conjuntos motopropulsores com algum tipo de electrificação.

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