Startups

Pipedrive. Startup da Estónia quer contratar mais 55 pessoas para Lisboa

105

Startup da Estónia quer que o escritório de Lisboa atinja 100 colaboradores no final do ano, depois de ter recrutado 45 pessoas em 2017. O sistema da Pipedrive é utilizado por mais de 70 mil empresas.

A Pipedrive abriu o escritório de Lisboa em março de 2017

José Faria

A Pipedrive recrutou 45 pessoas para o escritório de Lisboa em 2017 e este ano quer contratar mas 55, informou a empresa da Estónia em comunicado. A sua plataforma de CRM focada nos comerciais de empresas em crescimento chega a 70 mil clientes em mais de 170 países.

A empresa liderada por Timo Rein abriu na quarta-feira um novo escritório em Londres e está em Lisboa há menos de um ano. Lançada em 2010 na Estónia, tem sido considerada uma das empresas de software com maior e mais rápido crescimento, tendo attecadado 30 milhões de euros em rondas de investimento junto de investidores como a Atomico, Bessemer Venture
Partners, Rembrandt Venture Partners e Paua Ventures.

Estamos apenas a começar e estou particularmente agradecido por anunciar o lançamento do nosso novo escritório em Londres e por estarmos continuamente a crescer no nosso escritório em Lisboa. A nossa equipa de experts em Lisboa é agora um pilar forte e estratégico do trabalho da Pipedrive, no que toca ao suporte fornecido e a capacitar as empresas ao nível das vendas”, afirma em comunicado Timo Rein, presidente da Pipedrive.

Em março de 2017, quando a empresa abriu o escritório lisboeta, Martin Kõiva, responsável pela parte comercial da Pipedrive na Europa explicou ao Observador ue o ecossistema de startups de Lisboa era muito semelhante ao de Tallin, porque é “muito pequeno” e as pessoas apoiam-se muito umas às outras. “E isso faz sentido. Temos mais a ganhar com esse tipo de abordagem do que com a de “cada um por si só”, especialmente numa comunidade que ainda está numa fase muito inicial do desenvolvimento”, afirmou Martin Kõiva.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: apimentel@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)