562kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Gonçalo não teve Paciência e fez em quatro minutos o que ninguém fazia há quase dois meses

Este artigo tem mais de 4 anos

Gonçalo Paciência só precisou de quatro minutos para fazer aquilo que ninguém fazia há quase dois meses: marcar de bola corrida ao Sporting. E foi o melhor em campo... mas não ficou com a Taça.

Gonçalo Paciência fez desta forma o primeiro golo da final da Taça da Liga
i

Gonçalo Paciência fez desta forma o primeiro golo da final da Taça da Liga

AFP/Getty Images

Gonçalo Paciência fez desta forma o primeiro golo da final da Taça da Liga

AFP/Getty Images

O Sporting não sofria um golo de bola corrida desde que, a 9 de dezembro, Mateus deu uma esperança ao Boavista que acabaria por não confirmar-se no Bessa (triunfo leonino por 3-1); esta noite, quase dois meses depois, Gonçalo Paciência demorou apenas quatro minutos para quebrar essa barreira defensiva verde e branca.

Entre o demérito de Coates na forma como aborda o lance, o avançado emprestado pelo FC Porto ao V. Setúbal teve o mérito de conseguir rodar bem à entrada da área e rematou rasteiro de pé esquerdo sem hipóteses para Rui Patrício naquele que era o lance que fazia a diferença ao intervalo nesta final da Taça da Liga.

Em paralelo, esse golo do internacional português (que aspira ainda a uma presença na fase final do Campeonato do Mundo) confirmou aquela que já é a época mais produtiva de sempre do dianteiro filho do agora técnico do Belenenses Domingos (11 golos), ao mesmo tempo que foi o primeiro contra Sporting ou Benfica.

Curiosamente, na conferência de imprensa conjunta antes do jogo, e perante a pergunta “Que jogador tiraria ao adversário para não jogar a final?”, Jorge Jesus respondeu Gonçalo Paciência. “Está a passar uma excelente fase”, comentou o treinador leonino. Em quatro minutos, o avançado deu-lhe razão. No entanto, e apesar de ter sido considerado o melhor jogador da final, o jogador ficou sem o que mais queria: a Taça da Liga…

“O Vitória bateu-se muito bem e as pessoas podem ter orgulho no que fizemos. Temos de agradecer o apoio e o terem vindo cá. Este é um sentimento que não queríamos, mas a equipa mostrou uma grande qualidade principalmente na primeira parte. Depois, quebrámos. Não há vitórias morais, mas vai dar-nos alento. O Sporting teve mais oportunidades, mas demonstrámos qualidade. Para mim, o Vitória merecia ganhar”, destacou Gonçalo Paciência no final do encontro.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Este artigo só pode ser lido por um utilizador registado com o mesmo endereço de email que recebeu esta oferta.
Para conseguir ler o artigo inicie sessão com o endereço de email correto.