O presidente da FIFA, Gianni Infantino, manifestou-se esta quinta-feira “confiante e positivo” em relação ao videoárbitro (VAR), tecnologia que o International Board, órgão que define as leis de jogo, vai decidir incorporar ou não no Mundial 2018.

“Em 3 de março, decidiremos se a arbitragem através do recurso ao vídeo fará parte das regras do jogo e se se tornará uma ajuda oficial para os árbitros”, disse Gianni Infantino, durante uma conferência de imprensa em Hanói, no Vietname.

Gianni Infantino, que foi sempre um defensor acérrimo do VAR, disse que estava “confiante e positivo” no que toca à adoção do sistema, que estará na agenda da reunião do International Board, em 3 de março, em Zurique, na Suíça.

“Em 2018, não nos podemos permitir que todas as pessoas no estádio e em frente à televisão possam ver se o árbitro fez ou não um erro grosseiro e que o único que não possa ver seja o próprio árbitro”, acrescentou Infantino.

Ainda de acordo com o presidente da FIFA, se o VAR pode ajudar o árbitro, então é obrigação das instâncias que tutelam o futebol fazer todos os possíveis para o ajudar.

Nos últimos meses, e embora seja mais ou menos pacífico que o uso do VAR limita o número de erros de arbitragem, a sua aplicação não impediu controvérsias em Portugal, Alemanha e Itália, onde o sistema tem sido testado com regularidade.

Infantino, que viaja para o Camboja na sexta-feira, encontrou-se com a seleção vietnamita de sub-23, que recentemente perdeu com o Uzbequistão a final da Taça da Ásia do escalão.

O Mundial 2018 vai ser disputado na Rússia, entre 14 de junho e 15 de julho.