Espanha

Sondagens. Cuidadanos alarga vantagem sobre populares e socialistas

É um resultado à condição: se as eleições gerais espanholas fossem hoje, o partido de Albert Rivera deixaria o Partido Popular a mais de seis pontos de distância. Socialistas são a terceira opção.

ALBERTO ESTEVEZ/EPA

Em dezembro, o Cuidadanos venceu as eleições na Catalunha, mas o resultado pode não se esgotar naquela região. Numa sondagem publicada esta sexta-feira pelo diário espanhol El País, o partido de Alberto Rivera surge à frente nas intenções de voto e deixa o Partido Popular a mais de seis pontos de distância.

Os eleitores dão ao Cuidadanos uma votação de 28,3% dos votos, bem à frente do partido liderado por Mariano Rajoy que governa Espanha e que não vai além dos 21,9% das intenções de voto. O Partido Socialista espanhol (PSOE) surge logo atrás dos Populares, com 20,1% dos votos, mas ainda à frente do Podemos de Pablo Iglesias.

O resultado da sondagem do El País é, na análise daquele diário, uma consequência do resultado das eleições regionais. Inés Arrimadas, a cabeça de lista ao sufrágio de dezembro, catapultou o partido para o primeiro plano na frente nacional, e a prova estará nos resultados que o partido de Alberto Rivera tem alcançado nas sondagens. Terceira ideia: ao “momento Podemos” — que, em plena crise política, colocou Iglesias na frente das sondagens — seguiu-se um “momento do centro” que esmagou os partidos tradicionais como o PP e o PSOE e beneficiou os “laranjas” do Ciudadanos, vistos como a única força com um projeto para o país e verdadeiramente ao centro do espectro político.

Contas feitas, a mais recente sondagem do El País coloca o PP onze pontos abaixo do resultado alcançado nas últimas eleições gerais (2016), que acabaria por valer a Mariano Rajoy a possibilidade de formar um Governo (depois de muitos avanços e recuos). O PSOE, que nessas eleições obteve 22,66% dos votos, vê a sua votação baixar para os 20,1%.

E o Podemos (que concorreu em coligação, Juntos Podemos), obteria agora 16,8% dos votos — como quarta força mais votada –, longe dos 21,1% dos votos realmente conseguidos em 2016 que colocaram o partido entre as três forças mais votadas.

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