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Zona Euro

Excedente do comércio externo de bens da zona euro recua em 2017

No conjunto da União Europeia, o excedente do comércio externo de bens fixou-se no ano passado nos 25 mil milhões, o que representa um recuo face a 2016.

Tiago Petinga/LUSA

A zona euro registou em 2017 um excedente da balança comercial de bens de 238,1 mil milhões de euros, abaixo dos 265,2 mil milhões no ano anterior, revelam dados divulgados esta quinta-feira pelo Eurostat.

No conjunto da União Europeia, o excedente do comércio externo de bens fixou-se no ano passado nos 25 mil milhões, o que também representa um recuo face a 2016, quando o mesmo atingiu os 32 mil milhões, aponta o gabinete oficial de estatísticas da UE.

Relativamente ao espaço da moeda única, o Eurostat aponta que, entre janeiro e dezembro de 2017, as exportações de bens para o resto do mundo cresceram 7,1% em termos homólogos (face aos 12 meses de 2016), mas as importações registaram um aumento superior, de 9,7%, o que explica o recuo no excedente comercial.

No último mês do ano, as exportações dos países do euro para o resto do globo atingiram os 180,7 mil milhões de euros, um aumento de 1% em comparação com dezembro de 2016 (179 mil milhões), enquanto as importações chegaram aos 155,3 mil milhões, um aumento de 2,5% face ao mesmo mês do ano anterior (151,4%), tendo assim a zona euro registado em dezembro de 2017 um excedente de 25,4 mil milhões de euros, contra 27,6 mil milhões no último mês de 2016.

Já no conjunto dos 28 Estados-membros, as exportações de bens para países terceiros atingiram os 160,6 mil milhões de euros em dezembro de 2017, menos 2,7% que em dezembro de 2016 (165 mil milhões), enquanto as importações subiram de 144,3 mil milhões para 146,4 mil milhões em termos homólogos (mais 1,4%), pelo que o excedente comercial recuou de 20,7 mil milhões de euros em dezembro de 2016 para 14,3 mil milhões em dezembro passado.

De acordo com os dados do Eurostat, Portugal fechou os 12 meses de 2017 com um défice da balança comercial de bens de 13,8 mil milhões de euros, um aumento face a 2016, quando o défice do comércio externo se fixou nos 11,2 mil milhões, como consequência de, no acumulado do ano, as importações terem subido em termos homólogos 12%, para os 68,9 mil milhões de euros, enquanto o crescimento das exportações foi de 10%, para os 55,1 mil milhões de euros.

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