Peugeot

Peugeot Rifter. Eis o último dos três mosqueteiros

Após os novos Berlingo e Combo, chegou a vez da Peugeot revelar o sucessor do Partner: o Rifter, proposta de evasão nascida em Mangualde, que pisca o olho a famílias jovens, que querem versatilidade.

Autor
  • Francisco António

Último elemento a ser conhecido de um novo trio de “mosqueteiros” criado pelo Grupo PSA e com construção prevista para a fábrica portuguesa de Mangualde, o novo Peugeot Partner, a partir de agora denominado Rifter, foi oficialmente revelado, antes da sua primeira aparição pública, o que acontecerá já em Março, no Salão de Genebra. O MPV francês traz novidades no capítulo estético, mas também ao nível da tecnologia e mecânica.

Partilhando não só a plataforma EMP2 da PSA, como também grande parte das soluções técnicas e tecnológicas com os “irmãos” Citroën Berlingo e Opel Combo, o novo Peugeot Rifter aposta nas dimensões compactas, na modularidade e funcionalidade, mas também na segurança e no conforto, para conquistar, principalmente, as famílias jovens. Sobretudo as que procuram uma proposta versátil e apta, até, para a aventura.

Com uma estética em muitos aspectos semelhante à dos modelos de turismo da Peugeot, o Rifter destaca-se, visualmente, pelas novas ópticas com tecnologia LED, uma carroçaria elevada e com várias protecções em plástico para os momentos de maior aventura fora-de-estrada, jantes de 17″ e pára-choques com protecções plásticas na parte inferior. Mais uma vez, a convidar à evasão.

Acessibilidade favorecida, habitabilidade elevada

A favorecer a acessibilidade, portas laterais de correr, conjugadas com um generoso portão traseiro, para facilitar a utilização de um espaço de carga cuja capacidade começa nos 775 litros. Ainda que, depois, variando na capacidade máxima consoante o tipo de carroçaria escolhida – mais curta, com 4,40 m de comprimento, ou mais longa, com 4,75 m. Basicamente, uma diferença de 35 cm, ainda que com ambas a poderem oferecer tanto uma lotação de cinco lugares como de sete.

Aliás, passando ao interior, encontram-se mais elementos importados dos tradicionais veículos de passageiros da marca do leão, entre os quais, o já conhecido Peugeot i-Cockpit com o seu volante mais pequeno e cortado na base, um painel de instrumentos colocado em posição elevada e um ecrã táctil de 8″. Sendo que os próprios revestimentos foram igualmente melhorados, ao mesmo tempo que os espaços de arrumação aumentam em capacidade.

Destaque ainda para a disponibilização de uma ainda mas enriquecida versão GT Line, marcada por soluções como pormenores em Negro Onyx, jantes de 17″ específicas, logótipos GT Line, além de revestimentos distintos no interior.

Tecnologia (também de segurança) em alta

O novo Rifter integra vários sistemas de segurança e ajuda à condução, entre os quais, o cruise control adaptativo, o reconhecimento de sinais de trânsito, alerta de transposição involuntária da faixa de rodagem, alerta de cansaço do condutor, controlo de estabilidade do reboque, sensor de luz e câmara traseira Visiopark 180º.

Já em termos de conectividade é de referir a introdução de um novo sistema de informação e entretenimento, compatível com MirrorLink, Apple CarPlay e Android Auto, todos eles acessíveis através do já referido ecrã táctil de 8″. Do pacote fazem ainda parte duas entradas USB, uma tomada de áudio e a possibilidade de incluir um sistema de carregamento wireless de smartphones.

Pronto para a aventura, a gasolina ou diesel

No domínio das motorizações, a oferta contempla blocos quer a gasolina quer a gasóleo. No primeiro caso, traduzida num 1,2 litros PureTech, com 110 e 130 cv. Ambas as versões contam com sistema Stop&Start, diferenciando-se apenas na transmissão – o bloco de 110 cv está acoplado a uma caixa manual de cinco velocidades, ao passo que o de 130 cv é conjugado com a transmissão automática EAT8 de oito relações.

Quem preferir o diesel tem como alternativa um 1.5 BlueHDi, proposto com três níveis de potência: 75, 100 e 130 cv. Os dois primeiros com caixa manual de seis velocidades, ao passo que o último com transmissão manual de seis velocidades ou automática de oito relações.

Igualmente disponível, embora apenas como opcional, uma versão de quatro rodas motrizes, desenvolvida em conjunto com a Dangel, e que conta, de série, com as tecnologias Advanced Grip Control e Hill Descent Control.

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