Liga Europa

Polícia basco morre na sequência de confrontos com adeptos do Spartak Moscovo

Um elemento da polícia do País Basco morreu durante confrontos que eclodiram entre adeptos do Spartak Moscovo e do Atlético de Bilbao, antes da partida para a Liga Europa de futebol.

LUIS TEJIDO/EPA

Um elemento da polícia do País Basco morreu este quinta-feira durante confrontos que eclodiram entre adeptos do Spartak Moscovo e do Atlético de Bilbao, antes da partida entre as duas equipas para a Liga Europa.

O polícia da Ertzaintza (corpo de polícia basca) sofreu um enfarte durante os confrontos em Bilbao e foi transportado para o hospital de Basurto, onde viria a falecer, de acordo com fontes policiais, pouco depois das 22h00 (21h00, em Lisboa).

Os confrontos entre as claques de ambos os clubes ocorreram nas imediações do estádio San Mamés e no distrito de Deusto, tendo-se iniciado a cerca de uma hora do início do encontro. Os “ultras” de ambos os clubes arremessaram garrafas, vidros e tochas entre si, algo que só parou após carga da polícia — uma das várias que a Ertzaintza realizou, de acordo com o departamento de Segurança do governo do País Basco.

Cinco pessoas foram detidas, três delas adeptos radicais do clube russo, na sequência dos confrontos. Além da morte do polícia, três adeptos russos ficaram feridos.

O Athletic Bilbao acabou por perder a 2ª mão dos 16 avos de final frente ao Spartak Moscovo por 2-1. Contudo, porque conseguiram uma vitória por 3-1 na Rússia na 1ª mão, o que perfaz um resultado agregado de 4-3, os bascos seguem para os oitavos de final da Liga Europa.

UEFA condena incidentes e envia condolências à família de polícia morto

A UEFA condenou os incidentes antes do encontro entre o Athletic Bilbao e o Spartak de Moscovo, da Liga Europa de futebol, dos quais resultou a morte de um polícia.

“A UEFA quer fazer chegar as suas mais sinceras condolências à família e companheiros do Ertzaina [polícia basco] falecido e condena rotundamente os episódios violentos ocorridos esta noite em Bilbau”, lê-se num comunicado do organismo, enviado à agência Efe.

No mesmo documento, a UEFA revela que se mantém em contacto com as autoridades locais “para obter mais informações sobre estes incidentes”.

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