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A Volkswagen abriu o jogo em relação ao seu primeiro SUV cabriolet, seguindo a moda criada pelo Range Rover Evoque, com a administração da marca alemã a anunciar que vai mesmo fabricar o T-Roc em versão aberta. Mas curiosamente, ou talvez não, o descapotável não será produzido em Portugal, tendo sido deslocado para Osnabrück, na Alemanha.

Com o arranque na produção agendado para 2020, o T-Roc Cabriolet será fabricado a um ritmo de 20.000 unidades por ano, o que não seria complicado de encaixar na Autoeuropa, cuja linha de produção, de capacidade relativamente baixa, é capaz de ser o suficientemente versátil para alojar a montagem de versões mais complexas, como são tipicamente os cabrios.

Contudo, e apesar de a fábrica portuguesa já montar o T-Roc de carroçaria fechada, a Volkswagen decidiu levar a produção para umas instalações em que nunca montou o T-Roc, mas fabricou em tempos o Golf Cabrio, e mais recentemente o Tiguan e os Porsche Cayenne e Macan, que beneficiou de um investimento de 80 milhões de euros para poder aceitar o novo descapotável, numa unidade que fabricou apenas 76.000 veículos em 2017, em três linhas distintas.

Segundo o CEO da marca, Herbert Diess, “o T-Roc já está a estabelecer novos padrões no segmento dos SUV, e a versão cabriolet apenas vai tornar ainda mais emocional este modelo”. De recordar que a Volkswagen anunciou que tem em carteira mais de 40.000 encomendas para o T-Roc, com carroçaria fechada, sendo ainda cedo para medir o tipo de aceitação, por parte do mercado, de que o novo cabrio será alvo.

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