Força Aérea

Marcelo. Força Aérea está “prestes a virar uma página em termos de salto qualitativo”

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O Presidente da República considera que a Força Aérea "está prestes a virar uma página em termos de salto qualitativo". Marcelo destacou a previsível sucessão de aeronaves, como o Alpha-Jet.

NUNO VEIGA/LUSA

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou esta segunda-feira que a Força Aérea Portuguesa (FAP) está “prestes a virar uma página em termos de salto qualitativo”, sobretudo devido à previsível sucessão de aeronaves, como o avião Alpha-Jet. “Todos sentimos que a Força Aérea está prestes a virar uma página em termos de salto qualitativo no futuro próximo”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, durante uma visita à Base Aérea n.º 11, em Beja, no Alentejo.

O também Comandante Supremo das Forças Armadas frisou tratar-se da sua primeira visita deste ano a instalações da FAP e que serviu para assinalar a entrada no seu 3.º ano de mandato (Marcelo Rebelo de Sousa tomou posse em 9 de março de 2016) e foi “uma forma de agradecimento dos portugueses à FAP e uma aposta no futuro da FAP”.

A “compatibilização entre passado e futuro, a um ritmo por vezes vertiginoso, é uma das características na FAP”, frisou, referindo que “os anos que estão a ser vividos pela Força Aérea em Portugal são anos que assinalam essa viragem”. No caso da Base Aérea n.º 11, disse, há “três realidades que se completam e são um pouco o retrato da história da FAP”, ou seja, as realidades do helicóptero Alouette III e dos aviões Alpha-Jet e P-3 Orion.

No caso dos helicópteros Alouette III, “no que significaram da formação de pilotos de helicópteros”, que “se identifica com a história do país” em períodos de guerra, de paz e de missões mesmo em paz, “tivemos um passado remoto que durou, ainda dura, mas está em vias de ter sucessão”.

Já o avião Alpha-Jet, que voou pela última vez no passado dia 13 de janeiro, na Base Aérea n.º 11, 25 anos depois de ter chegado a Portugal e ser usado para formar jovens pilotos de caça, “é passado, que terminou, mas que dará lugar também a um outro futuro, não é um fim definitivo, é um fim provisório”.

E o P-3 Orion, que “é presente e muito futuro, embora já com bastante passado”, é “uma realidade muito essencial” na capacidade da FAP devido à sua “multiplicidade de valências”, disse, destacando as “missões internacionais únicas” que o avião “ajuda a cumprir”, o que é “muito importante para um país como Portugal, que tem uma jurisdição enorme para fiscalizar e está empenhado em missões internacionais cada vez mais exigentes”.

Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, a junção daquelas três realidades na Base Aérea n.º 11 “é muito impressionante, sobretudo se pensarmos nos milhares de homens e mulheres”, que “servindo a FAP”, pilotaram ou garantiram a manutenção daquelas três aeronaves.

O Presidente da República disse que o facto de o passado, o presente o futuro da FAP estarem “juntos” na Base Aérea n.º 11 tornou a visita de hoje “gratificante” e “ligeiramente emocionante”, porque mostrou “a capacidade de renovação” das Forças Armadas, “fieis ao passado, mas sempre apostadas no futuro”, e da Força Aérea “em particular”.

Marcelo Rebelo de Sousa frisou também que o futuro da FAP presente na Base Aérea n.º 11 é “fundamental” para a vida das populações do concelho de Beja, porque, “no entrosamento com a sociedade”, o que se passa naquela unidade militar “é importante para a sociedade em geral, uma vez que se integra num todo comunitário”.

Por isso, “este pensar no futuro, esta projeção para o futuro, é uma projeção também no futuro da comunidade”, disse, referindo que é “bom ouvir dizer” que há jovens que acabam de se formar e dizem que querem ir para a Base Aérea n.º 11 em Beja e vão com as famílias. “O que significa que há juventude a chegar a esta base permanentemente, o que é a melhor garantia de futuro. Isto para o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas é realmente um fator que incentiva, que entusiasma e apaixona”.

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