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Bugatti

Bugatti Chiron Sport é (ainda) mais eficaz e brutal

Para muitos o melhor desportivo do mundo, o Bugatti Chiron apresentou a versão Sport. Pesa menos e possui uma melhor gestão do sistema de tracção, que lhe permite ganhar 5 segundos por volta em Nardo.

O Bugatti Chiron já era a referência no capítulo dos desportivos, conciliando luxo, potência e rapidez como nenhum outro – salvo uma ou outra excepção e apenas em alguns pontos específicos. Agora surge no Salão de Genebra com a versão Sport, linda por fora e muito mais discreta por dentro, apesar de manter o mesmo nível de requinte, que vai fazer crescer água na boca aos que gostam de supercarros. E têm à mão 2,7 milhões de euros – mais algum para os impostos, é claro.

De diferente, o novo Chiron Sport tem o peso, menos 18 kg, o que é pouco significativo num modelo que roça as duas toneladas. Mas convenhamos que não é fácil transformar num desportivo tipo top model anoréctico um automóvel com um motor com 8 litros, 16 cilindros, 4 turbocompressores, tracção às quatro rodas e 1.500 cv. Juntamente com a ligeira dieta, provavelmente à custa de uns sumos detox, a Bugatti introduziu umas suspensões mais duras (ainda que reguláveis) e um novo software para controlar o sistema de tracção integral.

Com estes três novos argumentos, o Chiron Sport está mais eficaz e fácil de conduzir a ritmos que levam o condutor directamente para a prisão, sem passar pela casa de partida, mas que asseguram um gozo tremendo. Pelo menos é o que afirma o fabricante francês, do Grupo Volkswagen. E, a prová-lo, a Bugatti garante que numa volta ao circuito de Nardo (Itália), com 6,1 km de extensão, o Sport é 5 segundos mais rápido do que o Chiron normal. E como têm a mesma potência, 95% do ganho é devido ao Dynamic Torque Vectoring e à suspensão mais rija, com a redução do peso a contribuir com 5%. Estimamos nós, e já estamos a ser uns mãos largas.

É mais que provável que a nova electrónica mais apurada vise igualmente preparar o Chiron para a crescente pressão de outros desportivos, com níveis de potência similares e, por vezes, até superiores. Referimo-nos não só aos Koenigsegg a gasolina, mas também aos 100% eléctricos, tipo Rimac e até o futuro Tesla Roadster – não o que foi “até Marte”, pois esse era da primeira série, mas o que está para vir… um destes dias. Todos eles com tendência para serem mais eficazes do que o Bugatti na fase de arranque. Pelo menos, até surgir esta versão Sport.

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