Função Pública

Despesa com pessoal do Estado é a mais baixa desde 1989

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O custo com pessoal do Estado em percentagem do PIB caiu para os valores mais baixos desde 1989. Uma tendência explicada pelo crescimento económico e também pelas reformas.

NUNO FOX/LUSA

A despesa com o pessoal do Estado está nos níveis mais baixos dos últimos 29 anos, um cenário favorecido pelo crescimento económico, pelo congelamento de salários e pelas reformas mais recentes no setor público. E será com esse cenário em cima da mesa que o Governo tentará convencer os seus parceiros de esquerda de que não irá atualizar salários na função pública. Isto porque, como explica o Público na sua edição de hoje, o executivo de António Costa irá argumentar que, apesar do bom momento económico, não existe margem para mais aumentos em 2019.

A tendência, aliás, é de descida da despesa com vencimentos, tanto dos novos como dos que se reformam: o governo estima mesmo que pode compensar o fim dos cortes aplicados durante a crise e os efeitos do descongelamento das carreiras iniciado.

De acordo com a estimativa apresentada na semana passada pelo Conselho de Finanças Públicas (CFP), a despesa pública com pessoal terá sido, em 2017, de 11% do PIB: é menos 11,3% face a 2016 e o indicador mais baixo desde 1989, de acordo com as séries publicadas pela Comissão Europeia. Ainda assim, a despesa com pessoal ainda se mantém acima da média do euro, que deverá ficar em 9,9% em 2017.

Esta segunda-feira também serão conhecidas as estimativas do Instituto Nacional de Estatística (INE) que deverão confirmar as boas perspetivas da economia portuguesa em 2017.

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