Air France

Greve na Air France cancela dois voos em Portugal

O voo diário do Porto para o aeroporto Charles de Gaulle e uma outra ligação Lisboa-Paris foram cancelados esta terça-feira devido à greve convocada pelos trabalhadores da Air France.

IAN LANGSDON/EPA

Dois voos da Air France foram cancelados em Portugal devido à greve desta terça-feira na companhia aérea, mas foi apresentada solução a todos os passageiros, informou à agência Lusa fonte oficial da transportadora.

A mesma fonte precisou que foi cancelado o voo diário do Porto para o aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, e uma outra ligação Lisboa-Paris, mas que foi oferecida a “todos os passageiros a recolocação” noutras ligações ou a possibilidade de permanecerem em hotéis.

Na segunda-feira, a transportadora tinha informado que iria cancelar 25% dos voos previstos para este dia devido a uma greve convocada por vários sindicatos que exigem aumentos salariais.

Segundo um comunicado da empresa, 75% dos voos previstos devem concretizar-se, na quarta jornada de paralisação registada na companhia nas últimas semanas, com os sindicatos de várias categorias profissionais a reivindicarem aumentos salariais que compensem a perda de poder de compra registada nos últimos anos.

A Air France prevê cancelar 30% dos voos de longo curso, 33% dos voos de médio curso com saída e chegada ao aeroporto de Charles de Gaulle, em Paris, o maior do país, e 15% dos voos de curta distância, a partir do aeroporto de Orly, também na capital, e de outras províncias francesas.

De acordo com a companhia aérea, a greve deve ter uma adesão de 32,8% dos pilotos, de 20,5% do pessoal de cabine e de 14,5% do pessoal de terra. Esta greve sucede a paralisações que tiveram lugar nos dias 22 de fevereiro, 23 e 30 de março, estando previstas outras para os dias 7, 10 e 11 de abril. O protesto para estes últimos dois dias foi anunciado pelos sindicatos no domingo.

A greve deste dia na Air France coincide com uma outra nos caminhos-de-ferro franceses, que se iniciou na noite de segunda-feira e que contesta, em particular, a transformação da empresa pública numa sociedade anónima, o que, segundo os sindicatos, abre caminho a uma futura privatização, o que o governo nega.

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