Infraestruturas

Infraestruturas de Portugal vai estudar ligação de aeroportos à rede ferroviária nacional

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A Infraestruturas de Portugal vai estudar a possibilidade de ligação dos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro à rede ferroviária nacional, no âmbito do próximo quadro comunitário.

Pedro Nunes/LUSA

A Infraestruturas de Portugal (IP) vai estudar a possibilidade de ligação dos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro à rede ferroviária nacional, no âmbito do próximo quadro comunitário, anunciou esta sexta-feira o vice-presidente daquela instituição. “A Infraestruturas de Portugal gostaria de, no próximo quadro comunitário 2020-2030, estudar não só a ligação ao Aeroporto de Faro, mas também a ligação ao Aeroporto de Lisboa e ao Aeroporto do Porto. Gostaria de poder ter em cima da mesa a possibilidade de ligar os três aeroportos do continente à rede ferroviária nacional”, disse Carlos Fernandes, à margem da apresentação do Projeto de Eletrificação da Linha do Algarve, realizada em Faro.

De acordo com o vice-presidente da IP, para já existem apenas “instruções” do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas para desenvolver os estudos de avaliação da ligação da rede ferroviária nacional ao Aeroporto de Faro. A possibilidade de ligação dos três aeroportos à rede ferroviária, acrescentou Carlos Fernandes, corresponde a um “objetivo importante” para a Comissão Europeia de ligar os “principais geradores de passageiros”.

“Gostávamos de, para os três aeroportos, apesar de, do ministério termos recebido instruções apenas relativamente a este [Faro], ter os estudos preparados para, se o quadro comunitário que aí vem o permitisse, poder executar este, dois ou três destas ligações”, sublinhou o responsável da Infraestruturas de Portugal. Sobre a ligação ao Aeroporto de Faro, Carlos Fernandes explicou que o principal problema não passará pelo montante financeiro – que avaliou em 25 milhões de euros, “importantes mas não proibitivos” -, mas sim pelo ponto de vista ambiental, face à proximidade da infraestrutura à Ria Formosa.

“Aquilo que me dizem é que não é tanto um problema de montante financeiro, mas essencialmente ambiental. Temos de encontrar solução para, do ponto de vista ambiental, numa zona complexa, materializar essa ligação. Veremos em que condições e de que forma”, referiu.

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