Em 2021, chegará ao mercado o SUV da Jaguar que se destina a fazer frente a modelos como o Audi Q7 ou o Porsche Cayenne e que a marca acredita que se poderá vender como pãezinhos quentes na China, tão só o maior mercado automóvel do mundo. A informação é avançada pela britânica Autocar, com a publicação a adiantar ainda que o construtor apostará numa estética em consonância com os cânones estilísticos da marca, logo ao gosto do mago do design Ian Callum.

Sabe-se para já que a construção do J-Pace será inteiramente em alumínio e que o SUV vai obviamente recorrer a uma plataforma da Jaguar Land Rover. Como terá um comprimento próximo dos 5 metros e não está prevista uma propulsão exclusivamente eléctrica, a arquitectura que lhe servirá de base pode vir quer da nova geração do Range Rover quer do Road Rover.

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As mecânicas também serão compartilhadas, pelo que o SUV mais luxuoso e tecnologicamente sofisticado da Jaguar vai poder contar com os motores Ingenium, de quatro e seis cilindros, todos eles apoiados por um sistema a 48V e por um pequeno motor eléctrico, sendo também certo desde já que a marca irá oferecer alternativas híbridas plug-in.

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Parece, portanto, que a Jaguar começou tarde a tirar partido da febre dos SUV, mas rapidamente percebeu qual a melhor fórmula para o fazer. Depois do sucesso do F-Pace, lançado em 2016, lançou o E-Pace, e conseguiu também ser a primeira marca premium a introduzir no mercado um SUV 100% eléctrico, o I-Pace. O êxito comercial de qualquer uma destas propostas leva a marca a estimar que, em 2021, cerca de dois terços das suas vendas serão feitas à conta dos SUV da casa, sempre mais virados para a performance em asfalto do que para o à-vontade fora de estrada com que estão conotados os Land Rover.

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