As vendas do retalho no Brasil cresceram 2,3% nos primeiros dois meses do ano em relação ao período homólogo de 2017, anunciou esta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em fevereiro de 2018, o volume de vendas do retalho recuou 0,2% frente a janeiro, após avançar 0,8% de dezembro para janeiro.

Na comparação mensal ano a ano, em fevereiro o retalho cresceu 1,3% em relação ao mesmo mês de 2017. Segundo o IBGE, foi a décima primeira taxa positiva seguida registada do setor, embora o crescimento das vendas tenha sido menos acentuado.

No acumulado nos últimos doze meses, as vendas do retalho brasileiro cresceram 2,8%, mantendo a recuperação em curso desde outubro de 2016, quando o país começou a sair da recessão.

O bom desempenho do setor no primeiro bimestre de 2018 relativamente ao mesmo período de 2017 foi impulsionado principalmente pelo segmento de hipermercados, supermercados, alimentos e bebidas, que tem a contribuição mais importante na taxa global, tendo registado um aumento de 2%.

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As vendas de artigos para uso pessoal e doméstico cresceram 8,3%, seguidas dos equipamentos para escritórios, informática e comunicação, que subiram 5,8%, e as de artigos farmacêuticos, médicos, de perfumaria e cosméticos, que aumentaram 4,3%.

No negativo, o destaque ficou com o segmento de venda de combustíveis e lubrificantes, que caiu 7%, o segmento de tecidos, roupas e calçados recuou 5,8% e o segmento de venda de livros, jornais e papelaria diminuiu 5,6%.