Presidente Marcelo

Sem a força conjunta de Espanha e Portugal não há uma Europa forte

Marcelo Rebelo de Sousa disse, durante a sua visita de Estado a Espanha, que sem a força conjunta de Portugal e Espanha "não há uma Europa forte".

TIAGO PETINGA/LUSA

O Presidente da República sustentou esta terça-feira que a força conjunta de Espanha e Portugal é determinante para a Europa se fortalecer em termos institucionais e no plano internacional, contribuindo para a resolução de conflitos.

Marcelo Rebelo de Sousa falava durante a sua visita de Estado a Espanha, em declarações conjuntas com o chefe do Governo espanhol, Mariano Rajoy, sem direito a perguntas da comunicação social, no Palácio da Moncloa, em Madrid, onde os dois se reuniram.

O mundo precisa de uma Europa forte, e não há uma Europa forte se não houver, como há, esta força conjunta de Espanha e de Portugal, de Portugal e Espanha, que é um fator determinante”, afirmou.

Segundo o chefe de Estado, Portugal e Espanha trabalham “em conjunto” na União Europeia, por “uma Europa mais forte em termos institucionais e no mundo, portadora de paz, portadora de soluções políticas, de soluções negociais para os conflitos mais graves do mundo”.

Marcelo Rebelo de Sousa salientou “o papel do presidente do Eurogrupo e do vice-presidente do Banco Central Europeu, que são dois lugares-chave que mostram a importância do contributo espanhol e português para a construção da Europa”.

“Temos uma relação excelente entre Espanha e Portugal. Queremos ter uma União Europeia excelente, à medida desta relação. E é também disso que todos os dias falam o presidente do Governo espanhol e o primeiro-ministro português, os governos espanhol e português, naturalmente acompanhados e apoiados por sua majestade o rei de Espanha e pelo Presidente da República Portuguesa”, acrescentou.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Arménia

Arménios não querem “putinismo” no seu país

José Milhazes

A crise política na Arménia está longe do fim, mas já se pode tirar uma conclusão: os cidadãos desse país da Transcaucásia disseram não à rotatividade política copiada da Rússia pelos seus dirigentes.

25 de Abril

A liberdade

Paulo Tunhas

A nossa tradição, a nossa casinha, é pequenina e esperanças sanguíneas não são recomendáveis: temos de andar sempre um bocado curvados. Se fosse preciso prova disso, os discursos de ontem mostraram-no

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Detalhes da assinatura

Acesso ilimitado a todos os artigos do Observador, na Web e nas Apps, até três dispositivos.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Inicie a sessão

Ou registe-se

Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)