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Acabou o sonho. Os golos do Caldas-Desportivo das Aves que levaram os avenses para a primeira final da Taça

Este artigo tem mais de 3 anos

O Caldas acreditou até ao fim mas um bis de Vítor Gomes garantiu a primeira final da Taça de Portugal na história do Aves. A equipa amadora ainda marcou e levou o jogo para prolongamento.

Vítor Gomes marcou os dois golos do Desportivo das Aves
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Vítor Gomes marcou os dois golos do Desportivo das Aves

MIGUEL A. LOPES/LUSA

Vítor Gomes marcou os dois golos do Desportivo das Aves

MIGUEL A. LOPES/LUSA

O sonho prolongou-se mas acabou no sítio que todos diziam ser mágico: na Mata. O Caldas bateu-se com o Desportivo das Aves até perder as forças e só caiu no prolongamento, quando um bis de Vítor Gomes colocou o resultado em 2-1 e levou os avenses para o Jamor. A equipa orientada por José Mota tornou-se na primeira finalista desta edição da Taça de Portugal — mas o Caldas já se tinha consagrado o real vencedor da competição há muito tempo.

O primeiro tempo foi bem disputado e o Caldas mostrou desde o apito inicial que o objetivo era lutar pela eliminatória. Até aos 30 minutos, a equipa amadora foi superior e obrigou o Desportivo das Aves a aplicar-se nos setor mais recuado do relvado. A partir daí, Vítor Gomes e Nildo Petrolina tomaram as rédeas do ataque do Aves e a equipa de José Mota passou a ter mais bola. Aos 38 minutos, a primeira grande ocasião de golo: Nildo Petrolina cobrou um livre em posição frontal à baliza do Caldas e concedeu uma enorme defesa a Luís Paulo. Ao intervalo, o nulo mantinha-se e o Aves continuava em vantagem na eliminatória.

A segunda parte inverteu o sentido do jogo e trouxe aquilo que poucos acreditavam ser possível: o golo do Caldas. Rui Almeida marcou um livre e Jorge Fellipe, central do Aves, desviou para dentro da própria baliza. Estava tudo empatado e o sonho de chegar ao Jamor tornava-se ainda mais palpável. Os avenses aplicaram-se e controlaram os segundos 45 minutos, ainda que só tenham causado perigo no quinto minuto de descontos, com um grande cabeçeamento de Ponck.

Foi tudo para prolongamento e a fadiga começou a ser o principal adversário dos jogadores do Caldas. Aos 97 minutos, Vítor Gomes aproveitou uma bola solta no seguimento de um canto e encostou sem hipótese para Luís Paulo. O balde de água fria no Campo da Mata retirou as últimas forças ao conjunto das Caldas da Rainha mas ainda existia uma réstia de esperança: o regulamento da Taça de Portugal indica que, durante o prolongamento, os golos fora contam o mesmo que os marcados em casa. Logo, o Caldas precisava apenas de um golo para levar a decisão para as grandes penalidades. Mas quem marcou, mais uma vez por Vítor Gomes, foi o Aves.

O golo do médio defensivo sentenciou a eliminatória e levou o Desportivo das Aves para a sua primeira final da Taça de Portugal. No final do jogo, foram os jogadores avenses que interromperam os festejos para consolar os vários elementos do Caldas que não conseguiram conter as lágrimas.

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