ANAC

ANAC admite que cativações afetam campanha de informação sobre drones

Presidente da ANAC afirmou que o regulador tem sido atingido pelas cativações e que restrições orçamentais também têm afetado deslocações de inspetores ou licenças dos pilotos.

BERND VON JUTRCZENKA/EPA

O presidente da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), Luís Ribeiro, disse esta sexta-feira aos deputados que as cativações orçamentais prejudicam a campanha do regulador sobre drones e afetam a contratação de serviços.

O presidente precisou que o regulador tem sido atingido pelas cativações, tal como outros reguladores, e que estas restrições orçamentais também têm afetado as deslocações de inspetores ou as licenças dos pilotos.

“A campanha dos drones envolve um contrato novo (…) e o ministro ainda não aprovou, a tempo de ser eficaz no verão, altura que os acontecimentos com drones aumentam”, afirmou Luís Ribeiro, acrescentando estar “bastante preocupado” com o início do verão e novos casos de drones.

“O registo [dos proprietários dos drones] é uma boa medida, mas não resolve os casos” de drones, defendeu. O Presidente da ANAC contou aos deputados as dificuldades na realização de inspeções: “Para inspeções fora de Lisboa, que duram mais de um dia, como não conseguimos renovar a frota de automóveis e ter mais à disposição, chegam a ir cinco pessoas dentro de um Peugeot 205 e nem têm espaço para a bagagem”.

Luís Ribeiro contou aos deputados sobre o processo legislativo relacionado com os drones, adiantando que a ANAC acompanhou a questão, elaborou o projeto legislativo, que foi a consulta pública e, entretanto, sofreu alterações, e enviou o resultado dessa consulta ao Governo. “O quanto sabemos é que está em processo legislativo”, frisou.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Moçambique

A extradição de Chang e o futuro da Frelimo

Manuel Matola

Apesar da complexidade do caso e da gravidade das acusações contra Manuel Chang, uma eventual extradição para Moçambique garantiria de que o processo-crime que corre em Maputo teria uma morte natural.

Governo

A famiglia não se escolhe? /premium

Alberto Gonçalves

Se ainda não se restringiu o executivo aos parentes consanguíneos ou afins do dr. Costa, eventualidade que defenderia com empenho, a verdade é que se realizaram amplos progressos na área do nepotismo

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)