Infraestruturas

Primeiros trabalhos no IP3 são entre nós de Penacova e da Lagoa Azul

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A zona mais crítica em termos de segurança do IP3 é entre os nós de Penacova e da Lagoa Azul, local onde o ministro do Planeamento e Infraestruturas espera que a obra se inicie.

PAULO NOVAIS/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O ministro do Planeamento e Infraestruturas informou esta quarta-feira que a primeira intervenção no IP3 vai ocorrer entre o nó de Penacova e o nó da Lagoa Azul, num investimento de 15 milhões de euros.

“Pretendemos avançar com um concurso de 15 milhões de euros de investimento entre o nó de Penacova e o nó da Lagoa Azul, que é a zona mais crítica em termos de segurança do IP3 e é essa a zona que esperamos que possa entrar em obra mais rapidamente”, explicou Pedro Marques à Lusa, depois de uma audiência em comissão parlamentar.

O ministro reafirmou ainda a perspetiva de “ter a quase totalidade da estrada duplicada, ou seja, em perfil de autoestrada, para garantir fluidez de tráfego e segurança às populações” desta ligação rodoviária entre Viseu e Coimbra.

Para outros troços da estrada é necessário fazer projetos e garantir declarações de impacto ambiental, o “que demorará um pouco mais, mas as obras avançam este ano”, no âmbito da prioridade do Governo de requalificação do IP3, com recursos do Orçamento de Estado.

Na sua intervenção inicial, em audição parlamentar, o governante reafirmou a solução de aumentar o “número de faixas, onde tecnicamente for possível”, da infraestrutura e sem “colocar portagens, sem onerar as populações”.

Na sua intervenção inicial aos deputados, Pedro Marques referiu que “tudo será feito” para que o primeiro concurso de obra deste projeto de requalificação “seja lançado este ano”.

Respondendo a questões do PS, o ministro recordou as várias soluções que foram equacionadas para a estrutura, como uma “autoestrada, com impactos ambientais seríssimos” ou “acabar com o IP3 e a alternativa não portajada”.

Assim, foi decidido avançar com uma verba até 140 milhões de euros, do Orçamento do Estado, para a requalificação, incluindo o “traçado mais sensível na zona da Livraria do Mondego”. O ministro reafirmou o objetivo de dotar o IP3 de perfil de autoestrada, sempre que possível e que a “ideia é fazer requalificação integral da via”.

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