Esta quinta-feira, e como avança a CNN, soube-se que ficaram feridos sem gravidade em Djibuti dois pilotos norte-americanos após o avião C-130 em que se seguiam em testes militares ter sido atingido pelas armas laser chinesas. No final de abril os Estados Unidos já haviam alertado os seus pilotos em Djibuti, no Corno de África, para voarem com “extremo cuidado” no espaço aéreo daquele país devido às armas laser de alta potência disparadas perto da base naval chinesa ali instalada.

Aquando do primeiro alerta, a Administração Federal de Aviação norte-americana considerou as atividades laser da China “não autorizadas”. Agora, e após o ferimento dos militares, o Departamento de Estado norte-americano apresentou um protesto diplomático formal a Beijing, segundo confirmam dois oficias militares dos Estados Unidos à CNN.

Djibuti possui várias bases militares estrangeiras, a norte-americana, Camp Lemonnier, mas igualmente uma chinesa, uma japonesa, uma italiana, bem como uma francesa — que acolhe tropas espanholas e alemãs. Há cerca de 4.000 militares norte-americanos em Djibouti, localização considerada estratégica no combate ao terrorismo.