Em fevereiro de 2017, surgiu uma das notícias mais inesperadas e estranhas dos últimos tempos: Pamela Anderson e Julian Assange eram um casal. A atriz que ficou conhecida na série “Marés Vivas” e pelas capas da Playboy namorava com o fundador do Wikileaks. Mais de um ano depois, Pamela Anderson decidiu dar uma entrevista onde fala sobre essa sua relação com Assange – recusando revelar se ainda é de cariz amoroso ou não -, as idas ao Kremlin e a amizade com Putin e os encontros com Donald Trump.

Na entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz de 50 anos conta que conhece Julian Assange “há anos”, quando foram apresentados pela estilista Vivienne Westwood. “Falamos de tudo. Falamos sobre a Bíblia, sobre o que está a acontecer com os meus filhos, o que se está a passar com a família dele. Não se trata só de política, ainda que tome muitas notas e que a informação que me dá seja esmagadora”, revelou Pamela Anderson, ainda que não tenha dado pormenores íntimos sobre o estado atual da relação. A verdade é que, nos últimos meses, a antiga playmate tem sido associada a Adil Rami, jogador de futebol do Marselha.

Pamela Anderson também falou sobre as condições em que vive Julian Assange, que reside na embaixada do Equador em Londres desde agosto de 2012. “Está desligado de tudo. A qualidade do ar e da luz na embaixada é terrível, porque não pode deixar as janelas abertas e não entra luz solar. Os presos podem sair mas ele não. Levo-lhe comida vegan mas ele come pouco”, revelou a atriz.

A antiga modelo continua a defender o fundador do Wikileaks e acredita fielmente na sua inocência, considerando “falso” que Julian Assange se tenha coordenado com a Rússia para divulgar os emails de Hillary Clinton e dessa maneira prejudicar a candidatura democrata às eleições presidenciais norte-americanas de 2016.

No capítulo Vladimir Putin, Pamela Anderson contou que a relação de amizade com o presidente russo começou devido ao ativismo ambiental da atriz. Em 2015, enviou uma carta a Putin a pedir-lhe que impedisse a passagem de um baleeiro – um navio de caça de baleias – por águas russas. Depois disso, foi convidada do Kremlin várias vezes e Vladimir Putin pediu-lhe inclusivamente que fosse ela a entregar-lhe um ramo de flores na sua tomada de posse.

E quanto a Donald Trump? A história entre Pamela e Trump remonta aos tempos em que a atriz ainda estava ligada à Playboy. E, de acordo com a antiga playmate, foi muito simples. “Acho que foi num dos aniversários dele. Contrataram-me para estar lá. Davam-nos a todas 500 dólares por dia. Ele estava com a mulher, mas já não me lembro qual… não foi nada de especial”, revelou. Quanto a política, Pamela Anderson garante que discorda diametralmente do Presidente dos Estados Unidos.