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Carlos Xistra. A noite não foi do árbitro do dérbi

Análise dos especialistas é (quase) unânime. Mesmo as ligeiras diferenças na avaliação da prestação do árbitro de Castelo Branco não apagam o panorama geral: houve casos decisivos com más decisões.

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ANTONIO COTRIM/LUSA

ANTONIO COTRIM/LUSA

Artigo atualizado às 11h23 de domingo com as imagens dos principais lances que marcaram a arbitragem do jogo.

A análise dos especialistas ao dérbi da capital é uma corrente de sentido único: o árbitro de Castelo Branco não viu duas faltas a favor do Sporting, ambas cometidas na área do Benfica, e ainda deixou por mostrar dois cartões vermelhos a jogadores de ambas as equipas.

No Diário de Notícias, o antigo árbitro Jorge Faustino aponta, logo ao minuto quinze, a falta de Rúben Dias sobre Mathieu. Foi já no interior da área que o jogador do Benfica colocou o o braço no pescoço e ombro do central dos leões. Era penálti, sugere Faustino.

O segundo momento para falta na área surge na segunda parte. Minuto 56, a bola é cruzada para a área e Bas Dost não a alcança. Foi, diz Jorge Faustino, impedido também por Rúben Dias, com os braços do jogador do Benfica sobre os ombros do avançado. Em ambos os casos, o video-árbitro podia ter esclarecido as dúvidas.

Há, ainda, dois casos para cartão vermelho, já nos últimos dez minutos de jogo. Aos 84, o suspeito do costume — Rúben Dias — acerta com o cotovelo na face de Gelson Martins. Impunha-se a expulsão, analisa o antigo árbitro.

Aos 94 minutos, novo caso: desta vez é Bruno Fernandes quem varre as pernas de Cervi. Levou cartão amarelo mas Faustino considera que a sanção devia ter sido mais pesada.

As análises dos especialistas em arbitragem parece tirada a papel químico. Duarte Gomes, citado pelo site Tribuna, diz que os dois casos na área do Benfica não são lances “de preto no branco, mas  [foram] suficientes para poderem desequilibrar e derrubar os adversários”.

No caso da falta de Bruno Fernandes sobre Franco Cervi, Marco Ferreira assinala que o jogador do Sporting nem sequer mostra intenção de jogar a bola. Foi direto às pernas do adversário e a consequência teria de ser o cartão vermelho.

Ainda assim, o ex-árbitro valida a decisão de Carlos Xistra, ao deixar passar as duas situações que podiam ter resultado em penáltis a favor do clube de Alvalade.

É uma voz isolada. No “Tribunal d’Jogo”, José Leirós, Jorge Coroado e Fortunato Azevedo são implacáveis com o juiz da partida de sábado à noite entre as duas equipas da Segunda Circular. Quer em relação às grandes penalidades quer em relação a um dos cartões vermelhos, os três analistas apontam o dedo às decisões, que consideram erradas, de Carlos Xistra — Jorge Coroado ainda concede que a decisão de sancionar Bruno Fernandes com o cartão amarelo se justifica.

Sporting e Benfica pediram penáltis. Os casos de dérbi

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