Que a cidade invicta preparou uma comemoração monumental para celebrar a vitória do Futebol Clube do Porto, isso não é novidade alguma. Que a Alameda das Antas se encheu de gente, deixado a Avenida dos Aliados às moscas, para receber os jogadores portistas no rescaldo da partida frente ao Feirense, também já se esperava. Mas quase 320 quilómetros abaixo da festa azul e branca que inundou o Porto, outra mais pequena começou sem mais nem menos no Marquês de Pombal: em Lisboa, os adeptos portistas decidiram prolongar a festa que já tinham feito no sábado. E as fotografias mostram como está a ser.

Um grupo de jovens em tronco nu trepou as estátuas e aos sinais de trânsito para elevar as bandeiras azuis e brancas numa rotunda que nos últimos quatro anos tinha sido reservada — por vezes até cedo demais — pela festa do Benfica. As famílias saíram à rua uma vez mais, mesmo com os ponteiros do relógios cada vez mais perto da hora de regressar ao trabalho ou à escola. Porque o que contava mesmo era celebrar mais um título de campeão nacional — são 28 agora — e festejar a exclusividade do rótulo de o único pentacampeão do país.

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