Minas

Iniciada a segunda fase da extinção da combustão nas antigas minas do Pejão

Operações vão incidir no antigo campo do Pejão e na Serrinha, duas das quatro zonas mais problemáticas. Trabalhos reiniciados esta segunda-feira começaram no dia 6 de fevereiro.

FRANCISCO NEVES/LUSA

A segunda fase da extinção dos focos de combustão nas escombreiras das antigas minas do Pejão, em Castelo de Paiva, foi esta segunda-feira iniciada para concluir os trabalhos que arrancaram a 6 de fevereiro, anunciou a empresa responsável. Desta vez, as operações da Empresa de Desenvolvimento Mineiro vão incidir no antigo campo do Pejão e na Serrinha, duas das quatro zonas mais problemáticas, adotando-se a metodologia que teve êxito na primeira fase da operação.

A combustão das escombreiras foi provocada pelos incêndios florestais de outubro e provou a emissão de grandes quantidades de gases para a atmosfera, o que preocupou a população local e os autarcas. Segundo um comunicado enviado à Lusa, os trabalhos já realizados, que tiveram o apoio financeiro dos ministérios da Economia e do Ambiente, permitiram a extinção dos focos de combustão nas zonas da serração e do refeitório.

A empresa assinala que as condições operacionais “revelaram-se mais exigentes do que o previsto”, envolvendo a mobilização de cerca de 110.000 metros cúbicos de materiais em combustão, “praticamente o dobro do volume estimado na fase preliminar de avaliação”. Esta situação, destaca-se também no comunicado, “obrigou à reprogramação da ação prevista para os quatro focos de combustão em duas fases sequenciais”.

A primeira fase terminou a 15 de março, verificando-se que os focos intervencionados se encontram “totalmente extintos e sem emissões atmosféricas”. “As medições da qualidade do ar após a cessação dos trabalhos relativos à primeira fase permitem comprovar que as soluções implementadas se revelaram ajustadas ao objetivo de extinção dos focos de combustão intervencionados”, destaca a entidade responsável pelas operações.

A Empresa de Desenvolvimento Mineiro acrescenta que, para a implementação deste processo, “foi crucial a colaboração institucional da Câmara de Castelo de Paiva e dos ministérios da Economia e do Ambiente, bem como da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e do Fundo Ambiental”.

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