Jovens

Facebook lança ferramenta de segurança e privacidade para jovens

Através do Portal da Juventude, jovens utilizadores podem ler dicas sobre como gerir a informação disponível a anunciantes e obter conselhos para descansar das redes sociais.

No início deste mês, o Facebook começou a disponibilizar informações relativas a questões de segurança nos "feeds" dos jovens

O Facebook anunciou esta terça-feira o lançamento do Portal da Juventude, uma plataforma direcionada a jovens que tem como objetivo proporcionar uma experiência na rede social mais segura e com maior nível de privacidade. A plataforma está disponível em 60 línguas e pode ser acedida através do computador e do telemóvel, informou esta terça-feira a empresa em comunicado.

Através do portal, os jovens adolescentes podem aceder a informação que explica como utilizar as funcionalidades da rede social com maior segurança e saber mais acerca do tipo de dados que o Facebook recolhe e à forma como os utiliza. A plataforma indica ainda maneiras de controlar a informação pessoal que está disponível a anunciantes, bem como dicas para gerir ligações, limitar a visibilidade de partilhas e denunciar conteúdo.

O Portal da Juventude tem também uma secção de blogue na qual é possível consultar testemunhos de outros jovens utilizadores relativamente ao uso da plataforma e até mesmo obter conselhos para descansar das redes sociais e tirar melhor partido da Internet.

A plataforma agora lançada surge no mesmo mês em que o Facebook começou a disponibilizar links para o seu Hub de Prevenção de Bullying e informações no Feed de Notícias dos jovens relativamente a questões como quem consegue ver o seu perfil, por exemplo.

Esta é mais uma das novidades da maior rede social do mundo na era pós-Cambridge Analytica. Em março, Cristopher Wylie contou ao The Guardian e ao The New York Times que a empresa de análise de dados britânica tinha acedido indevidamente a dados de 50 milhões de utilizadores de Facebook, que utilizou para ajudar a eleger Donald Trump. O Facebook revelou mais tarde que foram 87 milhões os dados recolhidos sem autorização.

A notícia motivou o fecho da empresa, a ida de Mark Zuckerberg ao Congresso norte-americano e uma onda de protestos nas redes sociais que passa por apagar a conta de utilizador do Facebook.

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