Arte Contemporânea

ARCOlisboa com 11 mil visitantes e balanço “muito positivo”

A organização não adianta dados oficiais sobre as vendas na Feira Internacional de Anterioridades Contemporânea, mas faz um "balanço muito positivo", tendo por base, o "número de aquisições feitas".

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

A terceira edição da ARCOlisboa — Feira Internacional de Arte Contemporânea de Lisboa termina este domingo, contando já com 11.000 visitantes e com um balanço de vendas “muito positivo”, adiantou, em comunicado, a organização.

“A ARCOlisboa 2018, organizada pela IFEMA [Instituição de Feiras de Madrid] e pela Câmara Municipal de Lisboa, termina este domingo a sua terceira edição, tendo-se afirmado como o grande evento de arte contemporânea de Portugal. A poucas horas do fecho, estima-se que a feira supere os 11.000 visitantes, destacando-se pelo elevado nível das obras apresentadas e pelo interesse revelado pelo público, o que se traduziu […] num balanço de vendas muito positivo”, lê-se no documento.

Apesar de não adiantar dados oficiais sobre as vendas, a organização faz um “balanço muito positivo”, tendo por base, o “número de aquisições feitas”.

Entre os compradores institucionais encontra-se a Câmara Municipal de Lisboa que adquiriu obras de Henrique Pavão, Marta Soares e Mariana Silva, Maria José Cavaco, Francisco Tropa e Hugo Canoilas, Carla Filipe, Mafalda Santos, Rui Calçada Bastos, Rita Ferreira e Tiago Batista, Bruno Cidra, André Cepeda e Nuno Nunes-Ferreira.

Por sua vez, a Fundação Helga de Alvear comprou obras de Mario Merz e Julião Sarmento e Gil Heitor Cortesão.

Também a Fundação Serralves já confirmou que irá incluir na sua coleção algumas obras do certame.

Da parte das galerias o balanço é igualmente positivo.

“Não imaginava que a feira fosse este sucesso e que viesse tanta gente. Recebemos visitantes americanos, belgas, franceses, brasileiros e espanhóis”, referiu a galeria Carreas Mugica.

Por seu turno, a galeria Uma Lulik afirmou que “é muito importante que tenha aparecido um projeto desta dimensão em Portugal. Em termos de vendas estamos muito satisfeitos”.

A terceira edição da ARCOlisboa teve inicio na passada quarta-feira e contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, do presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, do presidente do Comité Executivo do IFEMA, Clemente Gónzalez Soler, e do diretor da feira, Carlos Urroz.

Este ano o evento contou com mais três artistas: Paul Beumer, holandês que reside em Taiwan, que criou tecidos pintados, resultado das suas explorações sobre os limites da pintura; Puck Verkade, uma artista holandesa que reside em Londres e que criou duas obras suspensas com as palavras “Priviledge” e “Entitled”, inspiradas nos colares usados por adolescentes de baixas classes sociais.

O terceiro artista é o mexicano Raul Ortega Ayala, que apresenta duas pinturas inspiradas no tema da relação que os seres humanos têm com a comida.

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