CDS-PP

Nuno Magalhães: “É também importante que o PSD faça o seu trabalho” para a maioria parlamentar

Líder parlamentar do CDS diz que no trabalho para chegar aos 116 deputados no Parlamento é importante que o PSD faça a sua parte e destaca a capacidade de iniciativa dos centristas.

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O líder parlamentar do CDS, Nuno Magalhães, defende que o PSD deve fazer “o seu trabalho” no sentido de se atingirem os 116 deputados entre os dois partidos. Em entrevista à TSF, afirmou: “Quanto ao PSD reitero aquilo que digo, se o nosso objetivo é ter uma maioria de 116 deputados é também importante que o PSD faça o seu trabalho”.

No dia em que os centristas arrancam com as jornadas parlamentares em Viana do Castelo, Nuno Magalhães sublinha a maior capacidade de iniciativa do CDS e exemplifica com o projeto de resolução sobre fundos europeus, que vai a votos no dia 21 de junho. O projeto do CDS defende que Portugal consiga um “bom acordo” no futuro quadro comunitário, sem redução nas verbas para a Política Agrícola Comum nem para a política de coesão.

Nuno Magalhães desafia o PS e o PSD a votar a favor do projeto, “já que o Governo e os outros partidos parecem escondidos sem dizerem ao que vêm, com acordos que não são conhecidos”.

Acho que quanto mais consenso houver a nível nacional melhor podemos negociar internacionalmente. Não vejo razão nenhuma para que PS e PSD não possam apoiar com o seu voto este nosso projeto e dar mais força a posição portuguesa”, defende.

Além disso, o líder parlamentar do CDS destaca que o partido é o único que já apresentou candidatos às eleições europeias do próximo ano — com uma lista liderada por Nuno Melo. “Mais uma vez antecipámos, somos os únicos [a ter candidatos]”, destacou. Aliás, o primeiro dia das jornadas parlamentares, esta segunda-feira, vai ser marcado pelas questões europeias.

Relativamente à questão da eutanásia, que vai a debate no próximo dia 29 de maio, Nuno Magalhães assegurou que toda a bancada do CDS vai votar contra os projetos apresentados por PS, Bloco e PAN, e destacou que o pediu que a votação seja nominal para que “toda a gente se assuma”, porque “podemos estar à beira de um retrocesso civilizacional.

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